“CRISTIANISMOS ADAPTADOS” [5]

Chego ao final deste assunto, e nesta altura expresso minha tremenda indignação com os pais.


Brasil 26Eles sabem o quanto seus filhos são preciosos para eles. Amam verdadeiramente a eles, e dariam suas vidas para os salvar de algum perigo, ninguém nega.


Mas se dariam a vida para os salvar de algum perigo, a questão que me deixa indignado em relação a eles é que a maioria não sabe mais distinguir os verdadeiros perigos, ou melhor dizendo, o que são os perigos!


Santa Monica Gosto de lembrar nesta ocasião de santa Mônica, a mãe de Santo Agostinho de Hipona. Ela chorou e desejava perder tudo para ver seu filho longe do pecado porque sabia que qualquer tipo de pecado era ocasião de perigo… talvez não para a vida quotidiana do rapaz Agostinho, mas para algo muito mais importante que sua vidinha material, a vida imortal. Para esta o pecado era extremamente nocivo porque poderia o levar a morte eterna.


Hoje vejo os pais bem despreocupados se os filhos são adeptos do pecado. Os filhos que eles tanto amam brincam no limiar da morte eterna com o pecado, são verdadeiros parceiros do mal em certas ocasiões… e os pais?! “é coisa da idade” dizem alguns querendo justificar os atos dos filhos!


Que tolice! Justificam o suicídio dos filhos, e mais do que isso, às vezes ajudam os filhos a se matarem!


Oxalá pudesse ver e dizer algo condizente com o que os pais sentem pelos filhos!


Isto faz parte de uma geração que foi criada pensando e sendo formada para ter uma verdade a sua maneira, da sua medida, um cristianismo nada mais nada menos que adaptado a sua maneira de pensar.


Já basta com esta mentalidade fraca!


Pax Christi


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