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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Morte: O que vês?

Esta leitura do Livro de Jó termina com uma declaração de fé de Jó: “eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros” (Jó 19,27a). Precisamos ter presente que esta visão de Deus após o término de nossa vida é particular, ou seja, cada indivíduo poderá estar diante do Todo-poderoso, o que pode gerar temor à alguns deve ser antes motivo de grande alegria àquele que persevera numa vida santa. (Blog VALDERI. Comemoração de todos os fiéis defuntos. 02/11/2012)

A morte. Infelizmente, graças as nossas contingências naturais de uma natureza corrompida, que não consegue vislumbrar o fim como o deveria desde a idade "da razão", nos tornamos, assim, obtusos quanto a realidade mesmo, aquela que revela-se a nós na Palavra de Deus e que durante nossa vida percebemos seus sinais visíveis de existência e maior valor à esta que agora vivemos. 

Nossa vida terrena, tão efêmera não pode ser considerada o ápice de nossa existência, e para aqueles que discordam disso apenas lanço um desafio imaginativo: Imagine com toda a força de sua mente o momento mais feliz de sua vida até aqui e neste momento, neste instante de felicidade um apagão acontece... um desligar da vida, repentino e fulminante. Você esta morto! O que vês agora?

Jó, responde isso na citação acima. Você que ainda teima em não viver como se esperasse a eternidade não temerá a presença real e inimaginável do Criador diante dos teus olhos? Penso que somente este exercício já é um pequeno início para deixarmos de lado nossas mesquinharias, nossas forças extravagantes em comportar-se como se precisássemos da aprovação dos outros, como se devêssemos imitar a moda e os costumes dos outros. Este mundo e os costumes das pessoas são um NADA diante do derradeiro encontro, diante do momento único em nossa existência, que é eterna.

Talvez você ainda insista em pensar que Deus, Céu, inferno, são coisas que não se pode provar cientificamente e por isso não devem ocupar sua mente. "Tolo! Esta mesma noite arrebatarei a tua alma. E todos os bens que tens entesourado para quem ficarão?" (Lc 12,20), assim nos responde a Sagrada Escritura. Você mesmo, que persiste nesta negação não conseguirás negar a total falta de previsibilidade do momento da morte: "O homem é semelhante a um sopro; seus dias, como a sombra que passa" (Sl 144,4).

Na névoa de nossa existência, deixe-se guiar pelo único farol que nos leva a um porto seguro. Não se deixe enganar, para que as surpresas de nossa existência não perturbem nossa alma. 

Viva tendo em vista a eternidade.

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