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A agonia de um filósofo

 Agonizar nada mais é que sentir em si mesmo, no seu corpo e na sua mente, as dores de algo inevitável que na maioria das vezes não fora desejado. Costumamos lembrar dos agonizantes nos hospitais que diante da doença que lacera seus órgãos sente as "dores da agonia", um prefácio do suspiro final. Não é diferente pensar da mais famosa das agonias já conhecida pelos homens, a agonia de Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, também uma antessala do consumatum est numa cruz entre dois ladrões. Uma agonia não necessariamente encerra-se com a morte, com o suspiro final desta existência terrena. Sofremos de agonias que podem dilacerar nossa mente e nosso espírito diante de muitas outras situações que se apresentam em nossas vidas. E aqui gostaria de trazer à mente uma agonia tão antiga, tanto quanto a do próprio Jesus Cristo, que alguns seres humanos sofrem silenciosamente, mas experimentam uma dor horrível, não no corpo físico, nos órgãos, mas na mente, na consciência. A agonia de um

Africanos usados ​​como cobaias pela Fundação Gates para testar a injeção de nanopartículas

Media-Press-Info (TL)


A informação dificilmente poderia ser qualificada como “conspiratória”, uma vez que é o assunto de um despacho da Agence France Presse (AFP) veiculado pelo jornal Le Monde, autoproclamado Bússola da Verdade sobre o Covid e tudo o que o cercava.

Engenheiros do Massachusetts Institute of Technology (MIT) inventaram nanopartículas injetáveis ​​sob a pele que emitem luz fluorescente invisível a olho nu, mas visível a um smartphone, e que poderão um dia ser usadas para confirmar que a pessoa foi vacinada.

A Fundação Gates, que está financiando o projeto, também lançou pesquisas de opinião no Quênia, Malaui e Bangladesh para determinar se as pessoas estarão prontas para abraçar esses pontos quânticos microscópicos ou se preferem ficar com os cartões de vacinação antigos.

A ideia é escrever a prova da vacina no próprio corpo (....)

O sistema, descrito quarta-feira na revista Science Translational Medicine, até agora só foi testado em ratos, mas pesquisadores, financiados pela Fundação Bill e Melinda Gates (parceira da World Africa), esperam testá-los em humanos na África em dois anos, afirma a co-autora Ana Jaklenec, engenheira biomédica do MIT, disse à AFP.

(...) A receita final é composta de nanocristais à base de cobre, chamados de pontos quânticos, de 3,7 nanômetros (nm) de diâmetro e encapsulados em micropartículas de 16 micrômetros (μm, 1 μm é igual a um milionésimo de metro e 1 nm é igual a um bilionésimo). O todo é injetado por um patch de microagulhas de 1,5 mm de comprimento.

Após serem aplicadas na pele por dois minutos, as microagulhas se dissolvem e deixam pequenos pontos sob a pele, distribuídos, por exemplo, em forma de círculo ou cruz. Esses pequenos pontos são excitados por uma parte do espectro de luz invisível para nós, perto do infravermelho. 

 Um smartphone modificado, apontado para a pele, permite que o círculo ou a cruz pareça fluorescente na tela. Os pesquisadores querem que a vacina contra o sarampo seja injetada ao mesmo tempo que esses pequenos pontos. Um médico poderia, anos depois, apontar um smartphone para verificar se a pessoa foi vacinada.

(…) Além disso, as pessoas aceitarão várias marcações sob a pele para cada vacina? E o que acontecerá com os pontos quando o corpo das crianças crescer?

A Fundação Gates está continuando o projeto e financiando pesquisas de opinião pública no Quênia, Malauí e Bangladesh para determinar se as pessoas estarão prontas para abraçar esses pontos quânticos microscópicos ou preferem usar os cartões de vacinação antigos.

Qualquer comentário seria supérfluo. A AFP e o jornal Le Monde acabam de confirmar o que a mídia alternativa, tratada como conspiradora, vem anunciando há pelo menos um ano. 

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Fonte: https://www.medias-presse.info/les-africains-utilises-comme-cobayes-par-la-fondation-gates-pour-tester-linjection-de-nanoparticules-marquant-les-vaccines/142977/

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