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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

O que Jesus via do alto da Cruz

Depois de ler A Vida Intelectual, fiz uma breve pesquisa sobre a produção literária de Sertillanges e acabei encontrando este livro que ora comento. A obra O que Jesus via do alto da Cruz (SERTILLANGES, A. D. Livraria Tavares Martins, Porto, 1947, pgs 327) não possui, obviamente, o mesmo objetivo do livro anterior que havia lido, mas seu desenvolvimento revela a necessidade do que de esforço intelectual para poder-se obter uma razoável fruto das páginas escritas a mais de 70 anos. 

Talvez possa simplesmente classificar esta obra como uma obra de literatura espiritual cristã, mas talvez seria mais honesto e justo classificá-la como um estudo aprofundado da capacidade racional em analisar a própria vida de Jesus Cristo em cada momento, mesmo que curto, de sua passagem entre os homens. 

Três coisas gostaria de destacar depois de ter lido esta obra.

Primeiramente, a evidente observação histórica que faz o autor, desde o evento no Horto das Oliveiras até o derradeiro suspiro na cruz. Engana-se o leitor rasteiro se acredita ser tarefa fácil fazer o que o escritor deixou neste livro, pois apesar dos dados que todos podem acessar nos Sagrados Evangelhos, é notório que Sertillanges não somente usou-se deles, lançando mão de outras fontes, outros estudos, outros livros, outros depoimentos, pois somente assim poderia descrever com detalhamento - talvez sem muita precisão - a cidade, os costumes, a rotina das pessoas e os vários grupos que estavam inundando Jerusalém naqueles dias. Uma dedicação tão demorada neste intento de apresentar uma construção visível do momento, é justamente o início de uma contemplação do que o próprio Jesus enxergava com seus olhos, mesmo experimentando dores, acusações e ignomia. Observando isto, esta obra pode nos trazer também um vislumbre mais completo destas horas de intenso conteúdo para a razão e para o espírito. O mais simples piar dos pássaros não pode deixar de revelar algo num contexto tão decisivo para o mundo e para os homens.

Depois, a visão de Jesus, como ele via tudo isso? Com olhos divinos, ou olhos meramente humanos? Esta pergunta pode ser perigosa, pois pode ir contra a união hipostática, doutrina da Santa Igreja e que de fato descreve a união das duas naturezas em Jesus Cristo. Mas o que podemos considerar é a conveniente anulação momentânea de uma em benefício da outra. Isto pode nos parecer evidente no Horto e na Cruz ao indagar "porque me abandonastes?". Uma possibilidade não descartável da suplantação permitida da visão humana à visão divina do Verbo Encarnado. Sertillanges nos ajuda muito a observar esta terrível necessidade de Jesus em viver isso, em experimentar isso para atingir o objetivo querido pela Santíssima Trindade.

Por fim, esta obra pode nos ensinar o importante trabalho de observação séria, lenta e contemplativa de todos os detalhes, para que ao máximo possamos enxergar o além do que os olhos viciados podem detalhar, o que é sempre consequência desta corruptibilidade humana, que nos apressa e nos faz atropelar coisas que, apesar de pequenas, nos ajudam a completar  o quadro de determinado evento, seja a respeito de Cristo, seja a respeito de nossa própria vida.

O que Jesus via do alto da cruz não é uma pergunta, mas um apelo para que todos nós possamos ver com Ele, mesmo sem ser Ele. Faculdades e dons Dele o recebemos, o que precisamos é usá-los da melhor maneira possível. 

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