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A agonia de um filósofo

 Agonizar nada mais é que sentir em si mesmo, no seu corpo e na sua mente, as dores de algo inevitável que na maioria das vezes não fora desejado. Costumamos lembrar dos agonizantes nos hospitais que diante da doença que lacera seus órgãos sente as "dores da agonia", um prefácio do suspiro final. Não é diferente pensar da mais famosa das agonias já conhecida pelos homens, a agonia de Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, também uma antessala do consumatum est numa cruz entre dois ladrões. Uma agonia não necessariamente encerra-se com a morte, com o suspiro final desta existência terrena. Sofremos de agonias que podem dilacerar nossa mente e nosso espírito diante de muitas outras situações que se apresentam em nossas vidas. E aqui gostaria de trazer à mente uma agonia tão antiga, tanto quanto a do próprio Jesus Cristo, que alguns seres humanos sofrem silenciosamente, mas experimentam uma dor horrível, não no corpo físico, nos órgãos, mas na mente, na consciência. A agonia de um

Um novo livro sobre o Santo Sudário de Turim

ACI Digital
Um novo livro sobre o Santo Sudário de Turim foi publicado na Itália e visa oferecer novas evidências científicas sobre esta relíquia que, segundo a tradição, envolveu o corpo de Jesus no Santo Sepulcro e contém sua imagem gravada.

Com o título “Nuova luce sulla Sindone” (Nova luz sobre o Sudário), a autora, especialista italiana
em iconografia cristã, Emanuela Marinella, estabelece uma coincidência entre o Santo Sudário preservado em Turim e o Pano Sagrado que envolveu o corpo de Jesus no Santo Sepulcro em Jerusalém.

No livro, a autora faz algumas das perguntas essenciais em torno ao Santo Sudário: Esse pano realmente envolveu o corpo de Jesus? É uma prova da ressurreição? Como chegou a nós?

Em declarações à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, Emanuela Marinella, assinalou que entre as contribuições do livro estão "as fontes islâmicas que falam de um pano com a marca de Jesus". O livro também fala sobre "a liturgia medieval explicada no Sudário"

"Toda a primeira parte é uma parte histórica, onde procuramos os vestígios da existência do Sudário no Oriente Médio antes de sua chegada à Europa, e conversamos sobre a possibilidade de que Judas Tadeu tenha conservado o Sudário. Também falamos sobre toda a influência iconográfica do Sudário na história da arte, e depois há um percurso pelas evidências científicas”.

De fato, o livro recolhe resultados científicos em diferentes disciplinas, com resultados de pesquisas de arquivo e de laboratório.

Em resumo, "é um livro histórico, um livro científico e um livro sobre espiritualidade, algo que não é fácil de encontrar sobre esse tema".

No comunicado de imprensa divulgado pela editora Ares, destaca-se que “o Sudário, na realidade, não precisa de luz: é ele que a difunde. Portanto, o caminho da pesquisa para levar luz sobre ele leva a uma única consequência: somos nós que nos deixamos iluminar por ela”.

Na introdução do livro, a própria autora descreve o Santo Sudário como “um longo tecido de linho de 442cm x 113cm que realmente envolveu o cadáver de um homem flagelado, coroado de espinhos, crucificado com cravos e transpassado por uma lança no seu lado".

No pano “é visível a impressão em negativo do corpo que envolveu, além das manchas de sangue, que é o sangue humano real do tipo AB, que emana das feridas do cadáver durante um tempo elaborado entre 36 e 40 horas. Uma tradição antiga considera que é o sudário fúnebre de Jesus Cristo”.

Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz.

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