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A agonia de um filósofo

 Agonizar nada mais é que sentir em si mesmo, no seu corpo e na sua mente, as dores de algo inevitável que na maioria das vezes não fora desejado. Costumamos lembrar dos agonizantes nos hospitais que diante da doença que lacera seus órgãos sente as "dores da agonia", um prefácio do suspiro final. Não é diferente pensar da mais famosa das agonias já conhecida pelos homens, a agonia de Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, também uma antessala do consumatum est numa cruz entre dois ladrões. Uma agonia não necessariamente encerra-se com a morte, com o suspiro final desta existência terrena. Sofremos de agonias que podem dilacerar nossa mente e nosso espírito diante de muitas outras situações que se apresentam em nossas vidas. E aqui gostaria de trazer à mente uma agonia tão antiga, tanto quanto a do próprio Jesus Cristo, que alguns seres humanos sofrem silenciosamente, mas experimentam uma dor horrível, não no corpo físico, nos órgãos, mas na mente, na consciência. A agonia de um

Ato de Abandono de São Pio X nas mãos de Deus

Ó meu Deus, creio na vossa infinita bondade;

não apenas na bondade que recobre o mundo, mas nessa bondade particular e muito pessoal para com esta criatura miserável que sou eu, e que tudo dispõe para o meu bem maior.

Por isso, Senhor, mesmo quando não vejo, quando não entendo, quando não sinto, eu creio que o estado em que me encontro e tudo o que me ocorre é obra do Vosso amor;

e com todas as forças da minha alma, prefiro-o a qualquer outro estado que me seria mais agradável, mas que me aproximaria menos de Vós.

Coloco-me nas vossas mãos; fazei-me o que quiseres, deixando-me como único consolo o de Vos obedecer.


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