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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

O sacerdócio se desfaz sem o celibato sacerdotal [1]


Nasce da perfeição de Cristo

Nos últimos tempos o celibato sacerdotal vêm sofrendo ataques de muitos lados diferentes, e mais tragicamente daqueles que deveriam defendê-lo, ou seja, de dentro da Igreja Católica. De fato, já ouvimos padres, religiosos, bispos e cardeias considerando a possibilidade flexibilização do celibato sacerdotal. Imediatamente surge-me esta pergunta: Eles não conseguem ou não querem viver o celibato?

Mas deixo esta pergunta de lado para escrever sobre a natureza mais profunda do celibato sacerdotal, que todos os Papas da Igreja sempre entenderam como Dom de Deus.

Esta disciplina eclesiástica para os ministros ordenados não remonta somente a decretos e bulas papais, estas na verdade surgem na história do cristianismo apenas como consequência inevitável da intrínseca união do sacramento da ordem com a santidade de Cristo. Para o cristão é uma verdade cristalina que a santidade de Cristo é a raiz da Igreja, e deve por isso ser sempre a origem de tudo o que se possa fazer dentro desta organização que chamamos de Igreja Católica, afinal, se Ele não fosse a origem, uma incoerência gigantesca ficaria patente diante dos cristãos.

A santidade, ou perfeição de Cristo é o que move as atividades da Igreja e de seus membros para um objetivo honesto e verdadeiro, quando nos desviamos desta santidade ou perfeição caímos no erro ou no pecado. O celibato sacerdotal é na sua origem indispensável para a coerência perfeita entre Cristo e sacerdote, santidade e "ponte" de santificação dos seguidores de Cristo. Não dá para separar, pois, apesar do celibato ser apenas uma característica da santidade de Cristo, sem ele o sacerdote não corresponderá eficazmente ao mandato originário de Deus que instituiu homens celibatários para levar os fiéis a verdade e à salvação.

Por isso entendo o celibato sacerdotal como fruto da perfeição de Nosso Senhor, mesmo sabendo de tradições antigas nas igrejas do oriente em que admitem-se padres casados, pois mesmo sabendo deles entendo que o celibato não esta bem compreendido nestas tradições.

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