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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

Bispo suíço: Francisco eclipsa Jesus como "único salvador"

Abaixo um artigo de setembro de 2019 para reforçar meu artigo sobre a "Declaração sobre a Fraternidade Humana", assinada pelo Papa Francisco e o Grande Imame.
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Do site Glória.Tv

Na Declaração de Abu Dhabi de Francisco, a "meditação única e universal" de Cristo está "eclipsada", escreveu o bispo auxiliar de Chur - Suíça, Marian Eleganti, em uma declaração de 6 de setembro em LifeSiteNews.com.

Eleganti ressaltou que Deus não contradiz a si mesmo como a declaração insinua: "ele não pode querer heterogeneidade de ideias sobre Ele e, portanto, a pluralidade de religiões que contradizem umas às outras".

O bispo dá o exemplo do Islã, que entende a si mesmo como uma "religião explicitamente anticristã" e nega a essência da cristandade: a filiação divina de Cristo e a Trindade.

Além disso, ele enfatiza que a Declaração de Abu Dhabi favorece um conceito relativístico e político de paz entre as religiões, o qual sempre falhou.

E mais: a "ilusão" de uma coexistência pacífica de religiões que se contradizem tem uma armadilha: a negação de Cristo, acrescenta Eleganti.

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