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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

As pessoas confirmam o estudo [02]

Com certo atraso, continuo um comentário que fazia em 2014 sobre esta perceptível semelhança entre posturas de fieis pentecostais e os adeptos da Teologia da Libertação. No artigo anterior escrevia o seguinte: 
Seja por atos, palavras ou olhares, percebo ao longe o desconforto ou mesmo a vontade de agarrar pelo pescoço alguém contrário a seu “sistema lógico” de elaborar as questões sociais e mesmo (vejam que ousadia!) as questões doutrinárias da Santa Igreja.
Passados seis anos desde que escrevi este parágrafo acima e tendo observado um enfraquecimento da sanha "libertária" nos círculos eclesiásticos (ao menos sem o descaramento de outros tempos...), a violência gestual, facial e verbal destes TL's ainda permanece visível quando defrontados com a doutrina católica bimilenar. A Teologia da Libertação, apesar de sua recente metamorfose ao gosto ambientalista, continua a levar a cabo certa revolução dentro da Igreja nas medidas socialistas pregadas pelo mais puro marxismo.

A semelhança entre ambos grupos diante da doutrina católica exposta de forma clara, pontual e inequívoca nos faz lembrar do diabo correndo da cruz, algo que esta para além de cômico, pois retrata a triste realidade da Igreja em seu interior e fora, pois este grupo de pentecostais que hoje parece crescer de modo significativo surge do lamentável resultado da falha da ação evangelizadora dos membros da Igreja em suas duas "veias", a mantenedora da fé dos batizados e a conversão dos que ainda vivem a margem da fé católica.

A gana que registrava no artigo de 2014, típicas de TL's e pentecostais, é um distintivo não de burrice, mas de autoritarismo, de um pretensionismo divino, idólatras de si mesmos e de suas ideias. Os pentecostais agem desta maneira, por isso uma mudança drástica e rápida os torna conversos, devotos, arautos, pregadores e inquisidores.

O fenômeno pentecostal é bastante amplo e aqui não desejo fazer estudo ou citar algum, apenas complemento o que já havia escrito, pois este detalhe da semelhança entre a postura de embate dos pentecostais e dos TL's ainda permanece a mesma, revelando, enfim, a mediocridade de ambos os grupos.

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