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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

"Parece que vislumbramos a sombra que se aproxima da sinagoga de Satanás".

Em um texto novo, publicado em LifeSiteNews.com (31 de janeiro), o arcebispo Viganò revelou mais detalhes sórdidos sobre como Francisco está abusando do seu ofício.

Cardeal Viganò, disfarçado durante protesto silencioso de leigos na Alemanha contra o Sínodo Alemão

A questão diz respeito a "outra obra-prima do engano": a eleição do novo decano e do novo vice-decano do Colégio dos Cardeais.

Já em junho de 2018, Francisco aumentou o número de cardeais-bispos de modo a assegurar uma maioria a seu favor, observa Viganò. A eleição do cardeal Re, de 86 anos, como o novo decano é, para ele, uma "cobertura", pois por razões de idade, a tarefa de Re durante o próximo conclave será executada pelo vice-decano e fantoche de Francisco: o cardeal Sandri.

Viganò revela que Sandri ajudou o então secretário de Estado, o cardeal Angelo Sodano, a encobrir os escândalos em torno do padre Maciel, Fundador dos Legionários de Cristo.

Em 2000, o arcebispo Justo Mullor (+2016) foi removido como núncio no México, porque se opôs às diretrizes de Sodano para encobrir as acusações contra Maciel. Mullor foi substituído por uma pessoa leal a Sodano: Sandri.

Isso implicava transferir Sandri depois de apenas dois anos na Venezuela para o México, mudar Mullor somente após dois anos e meio do México para Roma, como presidente da Pontifícia Academia Eclesiástica, embora seu antecessor, o arcebispo Zur, estivesse lá por apenas um ano. Seis meses depois, Sandri foi nomeado substituto de Sodano.

Os legionários não deixaram de mostrar sua gratidão a Sandri. Depois que ele foi cardeal em 2007, se desculpou por sua ausência em um almoço em homenagem aos novos cardeais, dizendo a Bento XVI: "eu sou esperado por quinhentos dos meus convidados nos Legionários de Cristo".

De acordo com Viganò, Francisco está " exibindo o clericalismo mais inescrupuloso", preparando Sandri para presidir o próximo conclave.

"Parece que vislumbramos a sombra que se aproxima da sinagoga de Satanás".

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