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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Sobre a gratuidade do amor

Num podcast do dia 12 de junho (vide playlist na aba lateral do site), chamado "O amor é perder", falava do amor como perda, e talvez muita gente não consiga e não queira admitir esta característica do amor verdadeiro.

Aqui desejo destacar a gratuidade do amor. Em alguns artigos aqui em meu site já falei sobre esta evidente característica do verdadeiro amor, que não se aprende espontaneamente e muito menos intuitivamente. Sim, esta gratuidade do amor se desvela aos poucos na vida do indivíduo através de sua própria vida, através de sua própria experiência social, com sua família e com pessoas que ele desejou estar próximo por algum motivo.

Gratuidade significa desfazer-se, eliminar a autoridade sobre determinada coisa, pessoa, ou ação. Gratuidade esta muito ligado com plena liberdade, com livre disposição de não ter autoridade absoluta sobre algo, pessoa ou ação.

Pensando seriamente sobre a gratuidade conseguimos perceber sua intima ligação com o amor, pois o amor necessita, além de liberdade, da gratuidade para sua sobrevivência na vida das pessoas. A gratuidade nos faz vazios de nós mesmos, nos faz participantes da ação divina de doar, de conceder, de plenificar os outros com a honestidade e bondade que devem fazer parte da vida humana, se esta pretende atingir seu ideal de perfeição.

Amar alguém necessita de subjacente compreensão da gratuidade, pois como disse, a ação de amar não sobreviverá sem a doação e liberação honesta e bondosa, livre da pretensão "comercial" ou vaidosa que tão facilmente surge na vida humana. Amar alguém gratuitamente é aproximar-se da ação de Deus, é participação da dinâmica divina que revela-se neste intercâmbio de ação gratuitas entre Deus-homem, homem-Deus e homem-homem. 

Acredito ser impensável um amor sem gratuidade, onde tudo possa parecer uma troca, "eu te amo enquanto você me amar", "porque vou te amar se você não me ama?". Afirmações como estas são proferidas todos os dias a muitos séculos nas relações humanas. Mas mesmo sabendo da antiguidade destas afirmações não consigo entender elas como corretas diante da fundamental gratuidade do amor nestas mesmas relação humanas, donde experimentamos a verdade face de Deus no mundo.

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