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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

O socialismo é mais cristão que o capitalismo?

Depois de muitos anos de tolerância com o tema "socialismo", a sociedade parece ter acordado para a fundamental relevância de refletir sobre o tema, especialmente porque influenciam palpavelmente na vida quotidiana dos indivíduos.


É fato que a vida social não esta dissociada da vida religiosa e vice-versa. Sempre a Igreja Católica tratou o tema da vida social nos seus documentos, sejam a níveis episcopais, documentos papais ou mesmo conciliares. E nas últimas décadas, pós-concílio Vaticano II, temos o Compêndio de Doutrina Social da Igreja, documento oficial sobre o que pensa e professa a doutrina da Igreja sobre tudo o que toca a dimensão social da vida humana.

Para um católico piedoso e conservador no que se refere a doutrina da Igreja, esses documentos podem colocar-nos meio desconfortáveis por seu tom aparentemente político, algo que poderia diminuir a visão transcendente da missão da Igreja, às vistas deste católico piedoso. No entanto não é bem assim que realmente deve ser vista a postura da Igreja ao oficializar determinados documentos sobre a vida social dos povos, afinal, a religião esta intimamente ligada a vida quotidiana e isto faz com que a fé influencie a boa política social, ou o seu contrário.

Mas um questionamento se impõe: Diante dos vários modos políticos de condução um política social dos povos, qual seria mais afinado com o catolicismo, seus princípios e valores? O socialismo ou o capitalismo?

Precisamos ser honestos quando falamos disso. O socialismo traz-nos a crueza da realidade precária de muita gente entre um determinado povo, sua pobreza e sua escassez de coisas fundamentais como saúde e educação, mas o fato é que o pensamento socialista não visa crescimento com virtude, o crescimento com valorização da verdade e liberdade, e principalmente tratando-se da fé. Foi no socialismo que se lutou arduamente pelo chamado "Estado laico" que de tão infundado nas definições, leva facilmente a um Estado ateu. 

O socialismo não é cristão, porque luta pela não religião, pela crença unica e exclusiva no poder do Estado político, onde Deus pode ser até tolerado enquanto forma de entretenimento, mas desde que controlado pelo Estado, ou seja, Deus só existe no modo socialista de governar enquanto divertimento da massa, mas sem nenhuma influencia na governança civil. Algo que, como disse antes, é impossível de dissociar, fé e vida quotidiana.

Então seria o capitalismo uma forma cristã de governar? É uma resposta difícil de dar, mas é fácil quando a contrapomos ao socialismo, neste sentido o capitalismo é sim mais cristão que o socialismo. O modo capitalista de pensar traz alguns vícios e anti-virtudes que não se coadunam com a doutrina cristã, como a cobrança de juros mesmo sem ser abusivos, por qualquer empréstimo. Mas é importante observar as questões mais abrangentes como a liberdade e a autonomia que o regime capitalista enaltece ao indivíduo, coisas que num regime socialista estariam comprometidas por conta do autoritarismo absolutista típico do regime, que tende a tirar a liberdade em troca de querer ele - o Estado - fornecer o que se precisa, claro que segundo ao gosto do Estado.

Enfim, entre socialismo e capitalismo é óbvio que o cristão católico DEVE escolher o capitalismo, pois, sem liberdade, nem a possibilidade de reclamar poderíamos ter.

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