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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Governo comunista da China decreta demolição de igrejas católicas “rebeldes”

Pequim insiste em forçar a adesão dos católicos chineses à Associação Católica Patriótica Chinesa, uma entidade criada e gerida pelo regime.
O regime comunista chinês decretou a demolição de uma igreja católica da diocese de Handan, Hebei, apesar da situação perfeitamente legal e regular do templo, que foi aprovado pelas autoridades locais.
Uma igreja da província de Henan, na China
Um grupo de sacerdotes e fiéis reagiu entrincheirando-se na igreja para impedir a demolição. De acordo com o documento que ordenou a medida extrema, a igreja não possuiria todas as licenças obrigatórias para o seu funcionamento.

Em decorrência de rígidas leis relativas à religião promulgadas nos últimos dois anos pelo governo comunista, igrejas estão sendo minuciosamente monitoradas para cumprirem à risca todos os requisitos legais. As que são consideradas fora de regra acabam destruídas.

O catolicismo na China sofreu durante décadas uma divisão imposta pelo regime, que criou a Associação Católica Patriótica Chinesa, entidade estatal controlada pelo Partido Comunista Chinês. Os católicos deveriam filiar-se a essa associação, que, no entanto, não é a genuína Igreja católica. A verdadeira Igreja, em plena comunhão com a Santa Sé, permaneceu clandestina. Em 2018, Pequim e o Vaticano finalmente firmaram um acordo para que a Igreja tenha reconhecimento legal no país. Com esse acordo, o Vaticano espera unificar gradualmente as duas comunidades. Apesar do avanço representado pela medida, continuam surgindo relatos de perseguição contra sacerdotes e leigos que se recusam a participar das igrejas administradas pelo governo comunista.

Em províncias como Jiangxi e Fujian, no leste da China, o regime fechou igrejas e expulsou de casa os sacerdotes que não quiseram assinar acordos que os vinculariam aos regulamentos governamentais. Na diocese de Yujiang, pelo menos cinco igrejas católicas foram fechadas à força pelo governo em julho e agosto deste ano por se negarem a entrar na Associação Católica Patriótica Chinesa. Ainda em agosto, o regime chinês ameaçou revogar ajudas básicas do governo a todos os católicos da cidade de Yingtan, que também haviam rejeitado a incorporação da sua paróquia às estruturas “católicas” geridas diretamente pelo Estado.

Um padre de Yujiang relatou à revista Bitter Winter que o governo monitora em detalhes a vida de todos os sacerdotes da Associação Católica Patriótica Chinesa:
“O governo coloca espiões nas igrejas da Associação Católica Patriótica Chinesa para controlar especialmente o que os sacerdotes dizem nos sermões e nas atividades que realizam. O Estado sabe tudo sobre os sacerdotes”.

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