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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Governo comunista da China decreta demolição de igrejas católicas “rebeldes”

Pequim insiste em forçar a adesão dos católicos chineses à Associação Católica Patriótica Chinesa, uma entidade criada e gerida pelo regime.
O regime comunista chinês decretou a demolição de uma igreja católica da diocese de Handan, Hebei, apesar da situação perfeitamente legal e regular do templo, que foi aprovado pelas autoridades locais.
Uma igreja da província de Henan, na China
Um grupo de sacerdotes e fiéis reagiu entrincheirando-se na igreja para impedir a demolição. De acordo com o documento que ordenou a medida extrema, a igreja não possuiria todas as licenças obrigatórias para o seu funcionamento.

Em decorrência de rígidas leis relativas à religião promulgadas nos últimos dois anos pelo governo comunista, igrejas estão sendo minuciosamente monitoradas para cumprirem à risca todos os requisitos legais. As que são consideradas fora de regra acabam destruídas.

O catolicismo na China sofreu durante décadas uma divisão imposta pelo regime, que criou a Associação Católica Patriótica Chinesa, entidade estatal controlada pelo Partido Comunista Chinês. Os católicos deveriam filiar-se a essa associação, que, no entanto, não é a genuína Igreja católica. A verdadeira Igreja, em plena comunhão com a Santa Sé, permaneceu clandestina. Em 2018, Pequim e o Vaticano finalmente firmaram um acordo para que a Igreja tenha reconhecimento legal no país. Com esse acordo, o Vaticano espera unificar gradualmente as duas comunidades. Apesar do avanço representado pela medida, continuam surgindo relatos de perseguição contra sacerdotes e leigos que se recusam a participar das igrejas administradas pelo governo comunista.

Em províncias como Jiangxi e Fujian, no leste da China, o regime fechou igrejas e expulsou de casa os sacerdotes que não quiseram assinar acordos que os vinculariam aos regulamentos governamentais. Na diocese de Yujiang, pelo menos cinco igrejas católicas foram fechadas à força pelo governo em julho e agosto deste ano por se negarem a entrar na Associação Católica Patriótica Chinesa. Ainda em agosto, o regime chinês ameaçou revogar ajudas básicas do governo a todos os católicos da cidade de Yingtan, que também haviam rejeitado a incorporação da sua paróquia às estruturas “católicas” geridas diretamente pelo Estado.

Um padre de Yujiang relatou à revista Bitter Winter que o governo monitora em detalhes a vida de todos os sacerdotes da Associação Católica Patriótica Chinesa:
“O governo coloca espiões nas igrejas da Associação Católica Patriótica Chinesa para controlar especialmente o que os sacerdotes dizem nos sermões e nas atividades que realizam. O Estado sabe tudo sobre os sacerdotes”.

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