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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Sínodo Pan-Amazônico: O panteísmo na deificação dos mitos e rituais indígenas

É preciso captar aquilo que o Espírito do Senhor ensinou a estes povos ao longo dos séculos: a fé no Deus Pai-Mãe Criador, o sentido de comunhão e a harmonia com a terra, o sentido de solidariedade para com seus companheiros, o projeto do “bem viver”, a sabedoria de civilizações  milenárias que os anciãos possuem e que influi sobre a saúde, a convivência, a educação, o cultivo da terra, a relação viva com a natureza e a “Mãe Terra”, a capacidade de resistência e resiliência, em particular das mulheres, os ritos e as expressões religiosas, as relações com os antepassados, a atitude contemplativa e o sentido de gratuidade, de celebração e de festa, e o sentido sagrado do território. (Instrumentum Laboris, n.121)
Certamente já assistimos inúmeras vezes a terceira pessoa da Santíssima Trindade ser colocada como intermediadora de fins nada inspirados pela Verdade imutável do Evangelho de Nosso Senhor, mas este sínodo Pan-Amazônico, nos seus promotores, está galgando um passo maior e mais grave que a muitos séculos não se via na história da Igreja, talvez desde o grande cisma entre ocidente e oriente cristão.

Claro que a teologia protestante que invadiu sutilmente a maioria dos seminários católicos do mundo possui grande ônus neste ínterim, o que nos deve deixar até certo ponto corados de vergonha por saber que deixamos que certo ecumenismo sombrio vicejasse no meio católico.

Leiam novamente o parágrafo que destaquei acima. Sua linguagem já diz muita coisa sobre a teologia que esta norteando este documento. A Teologia da Libertação que diante do fracasso resolveu, assim como faz o ideal comunista, se revestir de nova linguagem para atingir o mesmo fim. 

Quem "capta" o Espírito Santo? Alguma antena santificada?! Não é para rir, mas para chorar. A teologia libertária que aportou no ecologismo abraça-se também com a filosofia religiosa indiana, onde o Deus dilui-se num cosmos integrado. Termos como "captar o Espírito Santo" e "Mãe-Terra" não são palavras inofensivas, mas trazem a concepção nefasta do panteísmo, onde primeiramente a personificação do divino inexiste e depois a totalidade da divindade torna-se uma mera sensação de unificação material, onde a transcendência em realidade é colocada cada vez mais para debaixo do tapete verde com tons de vermelho, alusão, é claro, ao ideal comunista que perverteu a teologia católica nas Américas.

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