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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Freira encontrada morta em Portugal apresentava sinais de estupro e asfixia

Aleteia (Redação), 11/09/2019
Foi encontrada morta com sinais de violência sexual e asfixia a religiosa portuguesa Maria Antónia Pinho, de 61 anos, carinhosamente chamada de Irmã Tona.


O crime ocorreu no último domingo, 8 de setembro, na casa de um ex-presidiário a quem a freira teria dado uma carona. Como suposto agradecimento, ele ofereceu a ela um café e tentou violentá-la, recorrendo ao golpe conhecido como “mata-leão”, em que a vítima sofre estrangulamento. Segundo a polícia, que deteve o acusado no mesmo domingo, essa teria sido a causa da morte da freira, que resistiu à tentativa de estupro. Depois do golpe, o criminoso a teria deitado na cama e violentado.

Dependente químico, o assassino identificado apenas como Alfredo estava em liberdade condicional havia três meses. Ele cumpriu parcialmente a pena de 16 anos de prisão a que foi condenado precisamente por dois crimes de estupro. No mês passado, já em liberdade, ele tinha tentado violentar uma jovem de 20 anos.

Pertencente à congregação das Servas de Maria Ministras dos Enfermos, na cidade do Porto, a irmã Tona, que era enfermeira, estava em São João da Madeira para cuidar da mãe. Em entrevista concedida ao jornal O Regional três dias antes de ser assassinada, a freira havia falado da sua vocação e testemunhado que sempre soube que era aquele o seu chamado:
“Nunca duvidei. Conheço-me sempre com o desejo de ajudar pessoas doentes. Só sabia que queria ser freira e que seria para sempre”.
Ela também tinha falado da castidade, virtude que definia como um presente para Deus.

O entrevistador havia sido o jornalista António Gomes Costa, que, em declarações ao site Contacto, afirmou sobre a religiosa:
“A irmã Tona estava sempre a sorrir. Sempre me lembrarei dela assim. O olhar dela não escondia a paixão e o amor por uma opção que tem cerca de 40 anos”.
Sob choque, a população de São João da Madeira está em luto oficial e deverá comparecer em grande número ao funeral da Irmã Tona, às 11h desta quarta-feira, na igreja matriz. 
 

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