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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Esta cidade abandonada já foi conhecida como “a cidade das 1001 igrejas”

oje, apenas ruínas imponentes, cercadas por mais de um quilômetro de muralhas, testemunham o antigo esplendor de Ani. Em seu apogeu, a cidade era a capital do reino armênio Bagratid, que cobria a maior parte do que hoje é a Armênia e grande parte do leste da Turquia.

Sua localização geográfica fez de Ani uma encruzilhada natural de rotas comerciais abundantes, e consequentemente a cidade prosperou a ponto de competir, em importância e beleza, com cidades como Cairo e até mesmo Constantinopla, e era bem conhecida por ser “a cidade das mil e uma igrejas.” Suas igrejas, palácios e fortificações estavam entre as mais esplêndidas e tecnicamente avançadas do mundo, em sua época.
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Mas sua beleza também foi, pelo menos em parte, a causa de sua destruição: foi saqueada pelos mongóis em 1236 e depois atingida por um terremoto no início do século XIV. Assim, a cidade, que tinha uma população de cerca de 200.000 cidadãos durante seus dias gloriosos, acabou sendo reduzida a um local abandonado.

Hoje, as ruínas de Ani – localizadas na Turquia moderna, em território que os armênios ainda consideram sua terra ancestral – são constantemente visitadas por turistas, embora o Fundo do Patrimônio Mundial e a UNESCO tenham ambos indicado que as construções remanescentes estão em estado crítico. O trabalho de reconstrução começou apenas recentemente, de acordo com as autoridades locais.

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