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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Esta cidade abandonada já foi conhecida como “a cidade das 1001 igrejas”

oje, apenas ruínas imponentes, cercadas por mais de um quilômetro de muralhas, testemunham o antigo esplendor de Ani. Em seu apogeu, a cidade era a capital do reino armênio Bagratid, que cobria a maior parte do que hoje é a Armênia e grande parte do leste da Turquia.

Sua localização geográfica fez de Ani uma encruzilhada natural de rotas comerciais abundantes, e consequentemente a cidade prosperou a ponto de competir, em importância e beleza, com cidades como Cairo e até mesmo Constantinopla, e era bem conhecida por ser “a cidade das mil e uma igrejas.” Suas igrejas, palácios e fortificações estavam entre as mais esplêndidas e tecnicamente avançadas do mundo, em sua época.
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Mas sua beleza também foi, pelo menos em parte, a causa de sua destruição: foi saqueada pelos mongóis em 1236 e depois atingida por um terremoto no início do século XIV. Assim, a cidade, que tinha uma população de cerca de 200.000 cidadãos durante seus dias gloriosos, acabou sendo reduzida a um local abandonado.

Hoje, as ruínas de Ani – localizadas na Turquia moderna, em território que os armênios ainda consideram sua terra ancestral – são constantemente visitadas por turistas, embora o Fundo do Patrimônio Mundial e a UNESCO tenham ambos indicado que as construções remanescentes estão em estado crítico. O trabalho de reconstrução começou apenas recentemente, de acordo com as autoridades locais.

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