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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Caminhos Cruzados

Entendo o porque de Érico Veríssimo ter deixado registrado no prefácio à reedição de A vida de Joana D'Arc o comentário surpreso de certo padre, amigo seu, a respeito desta obra Caminhos Cruzados (Ed. Globo, 1979, Porto Alegre. 299 pgs.), pois ela com certeza deixa confuso o simples leitor a respeito da mesma origem destas obras. De fato, quem escreveu o romance histórico-biográfico de Joana para não ser o mesmo que escreveu Caminhos Cruzados pela crueza e certa melancolia na narrativa dos personagens.

Certo é que o autor é o mesmo, e depois de conhecer as duas obras se percebe certos indícios do rumo que Érico desejava tomar com a obra aqui em questão.

Caminhos traz a mente do leitor de forma crua a realidade de muitas pessoas em nossa sociedade, mesmo que já se tenham passados anos desde que o autor escreveu esta obra, e muitas coisas já não são as mesmas, especialmente os costumes. Mas algumas continuam, assim como sempre continuaram apesar das adaptações com o passar dos séculos.

É fácil de percebermos alguns vícios que arrastam o ser humano ao poço da infelicidade apesar do muito dinheiro que possam ter, e isto denuncia a personagem Maria Luiza, esposa do coronel Pedrosa, que num lance de sorte ganhou considerável valor na loteria e agora esbanja o que pode na tentativa de fazer "nata da sociedade". Ou mesmo o vazio de Vera, filha do tão honrado Leitão Leria e de Dna. Dodó Leiria, esta última mui estimada na sociedade por ocupar-se, nem tão virtuosamente assim, às obras de caridade.  De fato, Vera parece símbolo de uma juventude que hoje ainda encontra eco em muitas famílias.

Adultérios, velados e nem tão velados. Traições efetivas e em pensamentos, todos males tão antigos quanto a humanidade corrompida pela capacidade de errar e tentar realizar-se no erro.

Confesso que demorei-me mais nesta obra que nas outras, não pôr analisar mais o que lia, mas por achar pesado o que lia. Talvez das obras de Érico até o momento, esta foi a menos prazerosa de se ler, o que não tira o mérito e a recomendação, pois apesar de um estilo chocante, sua leitura revela a desenvoltura de quem a escreve.

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