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≡≡ LEITURA RECOMENDADA

O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

2018: O ANO IMPENSÁVEL

O mês de dezembro esta chegando ao fim. Faltam 11 dias para que possamos iniciar um novo ano no calendário civil, e findando este, sempre chega a oportunidade das famosas "retrospectivas".

Tenho certeza de que as pessoas que se dedicarão a edição destas retrospectivas, terão um grande trabalho, talvez o maior do que em outros anos, porque acredito que 2018 foi um ano impensável para a maioria da população. E se pensam que falo em questões políticas estão certos, falo deste "mundo" alucinado da política que é tão fundamental para a sociedade humana, afinal, onde exstem humanos, existe política.

Impensável? Sim, impensável, porque a maioria da população, tão ocupada em viver, esqueceu-se de sua autonomia de formação e simplesmente engolia tudo o que se lhes apresentavam como "verdades" e portanto, como argumentos para todas e quaisquer decisões. "O Brasil acordou" foi o grito que mais se ouviu desde o final de 2017 até o início de 2018, e é precisamente sobre isto que falo quando cito o fato da maioria da população ter esquecido de sua autonomia de formação. 

Ano impensável porque era motivo de chacota a possibilidade de certo ex-militar, sem dinheiro, sem grande partido, sem simpatia dos políticos e com grande asco de muita gente, oficializar sua candidatura para Presidente da República do Brasil. Pois bem, esta pessoa lutou contra muita gente grande e pela primeira vez (penso que desde a fundação da república) alguém sem apoio dos "grandes" conquistou o apoio da massa brasileira, e era o que importava!

Esta ano foi marcado pela reviravolta ideológica na política brasileira: sai o esquerdismo comunista que imperava deste a redemocratização e entra uma política de direita e de viés conservador. Pela primeira vez, encontramos a população orgulhosa de ter feito a escolha certa, mesmo que não espere um "Messias", mas sabe que os valores que a muito se perderam conscientemente, podem retornar pela decisão que a maioria fez nas urnas.

Mas é fato que esta maioria não tem muita noção do que seu voto livrou o Brasil. E digo aqui que, como em 1964, pela tomada dos poderes pelo Exército Brasileiro, neste ano, através do voto, o Brasil livra-se do perigo comunista, que tenta a muitas décadas fazer do Brasil a sede difusora aqui na América Latina, do marxismo comunista. A coincidência é que o presidente eleito tem formação militar, assim como os de 1964.

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