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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

2018: O ANO IMPENSÁVEL

O mês de dezembro esta chegando ao fim. Faltam 11 dias para que possamos iniciar um novo ano no calendário civil, e findando este, sempre chega a oportunidade das famosas "retrospectivas".

Tenho certeza de que as pessoas que se dedicarão a edição destas retrospectivas, terão um grande trabalho, talvez o maior do que em outros anos, porque acredito que 2018 foi um ano impensável para a maioria da população. E se pensam que falo em questões políticas estão certos, falo deste "mundo" alucinado da política que é tão fundamental para a sociedade humana, afinal, onde exstem humanos, existe política.

Impensável? Sim, impensável, porque a maioria da população, tão ocupada em viver, esqueceu-se de sua autonomia de formação e simplesmente engolia tudo o que se lhes apresentavam como "verdades" e portanto, como argumentos para todas e quaisquer decisões. "O Brasil acordou" foi o grito que mais se ouviu desde o final de 2017 até o início de 2018, e é precisamente sobre isto que falo quando cito o fato da maioria da população ter esquecido de sua autonomia de formação. 

Ano impensável porque era motivo de chacota a possibilidade de certo ex-militar, sem dinheiro, sem grande partido, sem simpatia dos políticos e com grande asco de muita gente, oficializar sua candidatura para Presidente da República do Brasil. Pois bem, esta pessoa lutou contra muita gente grande e pela primeira vez (penso que desde a fundação da república) alguém sem apoio dos "grandes" conquistou o apoio da massa brasileira, e era o que importava!

Esta ano foi marcado pela reviravolta ideológica na política brasileira: sai o esquerdismo comunista que imperava deste a redemocratização e entra uma política de direita e de viés conservador. Pela primeira vez, encontramos a população orgulhosa de ter feito a escolha certa, mesmo que não espere um "Messias", mas sabe que os valores que a muito se perderam conscientemente, podem retornar pela decisão que a maioria fez nas urnas.

Mas é fato que esta maioria não tem muita noção do que seu voto livrou o Brasil. E digo aqui que, como em 1964, pela tomada dos poderes pelo Exército Brasileiro, neste ano, através do voto, o Brasil livra-se do perigo comunista, que tenta a muitas décadas fazer do Brasil a sede difusora aqui na América Latina, do marxismo comunista. A coincidência é que o presidente eleito tem formação militar, assim como os de 1964.

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