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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

Bolsonaro 2019: Como ficará o Brasil?

Estou escrevendo na manhã deste domingo, dia 7 de outubro, dia de Nossa Senhora do Rosário e dia das eleições para deputados estaduais, federais, senadores, governadores e para presidente da república do Brasil.

Um candidato à presidência desponta para a vitória, Jair Messias Bolsonaro. Depois de muitos anos desde a promulgação da atual constituição, não aparecia um candidato verdadeiramente de direita, conservador que possuísse a força de unir a nação para edificar os valores fundamentais para a sociedade brasileira: Deus, família, pátria.

Se Bolsonaro for eleito, o que irá acontecer com o Brasil? É precisamente isso que passa na cabeça de muita gente, naqueles que irão votar nele e também naqueles que não irão.

Ao contrário dos discursos esquerdistas e centro-esquerdistas, não há como prever maravilhas, mas o que podemos saber é o que não irá acontecer, e isso já um salto grandioso para um país que se encontra a beira do abismo comunista. O que seriam essas coisas que não irão acontecer? Simples, poderia enumerar muitas, mas prefiro resumir em três coisas: Fim da ideologização de qualquer atividade que o governo se meta; o não comprometimento da lisura governamental com regimes ditatoriais estrangeiros; e fim do "paternalismo" estatal que pretende se meter o máximo possível na vida dos brasileiros.

Isso se desdobra em muitas conseqüências benéficas, algumas que, de mal acostumados como estamos com anos de governança socialista, até pensaríamos ser dificuldades para o cidadão, como por exemplo, a liberdade que provém do "estado mínimo", pois isso acarreta em plena competência do cidadão para seu desenvolvimento social e econômico. Ou seja, para quem se acostumou com "bolsas tudo", é preciso entender o valor do mérito para entender o benefício da possível governança Bolsonaro para o Brasil. É justamente isso que muitos contrários a ele julgam ser um perigo, perder a tutela do governo. Mas a quem interessa essa tutela? Ao governo, certamente, pois já disse um certo sábio, é mais fácil dominar minorias através de benefícios do que edificar uma união nacional através de valores.

A nação brasileira mergulha num caos, onde as instituições fundamentais de organização da sociedade não gozam de prestígio e muitos menos de confiança, pois os que nelas atuam nestes últimos anos, só provaram o comprometimento partidário, deixando totalmente de lado a natureza mesma da instituição em que atuam, e o próprio bem da nação. Por isso, a mudança no cenário político não deve se ater na mudança de partido no poder, mas na mudança de valores, ou melhor, ao retorno de valores já esquecidos e até sepultados nas tumbas de Brasília.

O Brasil merece! O Brasil precisa!

Como ficará o Brasil? Ficará muito bem, obrigado!

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