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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Bolsonaro 2019: Como ficará o Brasil?

Estou escrevendo na manhã deste domingo, dia 7 de outubro, dia de Nossa Senhora do Rosário e dia das eleições para deputados estaduais, federais, senadores, governadores e para presidente da república do Brasil.

Um candidato à presidência desponta para a vitória, Jair Messias Bolsonaro. Depois de muitos anos desde a promulgação da atual constituição, não aparecia um candidato verdadeiramente de direita, conservador que possuísse a força de unir a nação para edificar os valores fundamentais para a sociedade brasileira: Deus, família, pátria.

Se Bolsonaro for eleito, o que irá acontecer com o Brasil? É precisamente isso que passa na cabeça de muita gente, naqueles que irão votar nele e também naqueles que não irão.

Ao contrário dos discursos esquerdistas e centro-esquerdistas, não há como prever maravilhas, mas o que podemos saber é o que não irá acontecer, e isso já um salto grandioso para um país que se encontra a beira do abismo comunista. O que seriam essas coisas que não irão acontecer? Simples, poderia enumerar muitas, mas prefiro resumir em três coisas: Fim da ideologização de qualquer atividade que o governo se meta; o não comprometimento da lisura governamental com regimes ditatoriais estrangeiros; e fim do "paternalismo" estatal que pretende se meter o máximo possível na vida dos brasileiros.

Isso se desdobra em muitas conseqüências benéficas, algumas que, de mal acostumados como estamos com anos de governança socialista, até pensaríamos ser dificuldades para o cidadão, como por exemplo, a liberdade que provém do "estado mínimo", pois isso acarreta em plena competência do cidadão para seu desenvolvimento social e econômico. Ou seja, para quem se acostumou com "bolsas tudo", é preciso entender o valor do mérito para entender o benefício da possível governança Bolsonaro para o Brasil. É justamente isso que muitos contrários a ele julgam ser um perigo, perder a tutela do governo. Mas a quem interessa essa tutela? Ao governo, certamente, pois já disse um certo sábio, é mais fácil dominar minorias através de benefícios do que edificar uma união nacional através de valores.

A nação brasileira mergulha num caos, onde as instituições fundamentais de organização da sociedade não gozam de prestígio e muitos menos de confiança, pois os que nelas atuam nestes últimos anos, só provaram o comprometimento partidário, deixando totalmente de lado a natureza mesma da instituição em que atuam, e o próprio bem da nação. Por isso, a mudança no cenário político não deve se ater na mudança de partido no poder, mas na mudança de valores, ou melhor, ao retorno de valores já esquecidos e até sepultados nas tumbas de Brasília.

O Brasil merece! O Brasil precisa!

Como ficará o Brasil? Ficará muito bem, obrigado!

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