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§ LEITURA RECOMENDADA

Por que não odeio o Papa Francisco

"Quem critica e ataca o Papa Francisco não é católico", esta afirmação já ouvi e li inúmeras vezes, tanto de católicos batizados como de pessoas de outras religiões e mesmo os ditos ateus. Já faz algum tempo que li um artigo no site Presbíteros intitulado Ataques ao Papa , publicado em 27 de fevereiro de 2020, onde o Mons. José Maria Pereira aborda a questão através da íntima ligação Papa-Igreja-Cristo, chegando a síntese na qual os ataques oriundos de batizados seriam um ataque a própria Igreja - que por sua vez é a Mãe de todos os católicos, na evangélica ligação de Maria Santíssima com a Igreja - e assim ao próprio Jesus Cristo. Por mais errada que seja uma mãe, o filho não fica falando mal, expondo a mãe em praça pública. A Igreja é nossa Mãe, merece o nosso respeito e o nosso amor. (Mons. José) Monsenhor José associa levianamente crítica a ataque, sem a precisão conceitual que a relevância do tema exige. Posso sim criticar minha mãe diante de meus irmãos, mas isso não eq

Os EUA elegeram Donald Trump

Depois de muitas polêmicas, algumas com fundamento, outras apenas repletas de falácias, os norte-americanos elegeram seu 45º presidente da república.

Algumas coisas nesta eleição são dignas de análise séria e serena, pois apesar do candidato eleito, Donald J. Trump, não ser o favorito da mídia globalista, sua escolha foi a mais democrática possível. Pode ser incrível pensar assim, diante de tantas coisas que sobre ele se falaram, mas o fato é que o voto popular mostrou enfaticamente que a intelectualidade dos analistas, jornalistas e diversos
Primeiro discurso como Presidente eleito
Foto: BBC
comentarias e economistas, esta a quilômetros da realidade popular. Isso mesmo, principalmente a mídia global cria uma realidade que não toca verdadeiramente o solo do povo, muito menos os princípios e causas das pessoas que diariamente trabalham e fazem os Estados subsistirem.

Trump pode ser até cru demais para esta intelectualidade revestida de puritanismo. Ele certamente não se encaixa nos contos de fadas, onde a delicadeza de princesinhas e pincipezinhos são feridas por qualquer palavrão que se diga ao púlpito.

Mas a sociedade norte-americana mostrou outra coisa que, Geroge Bush (filho) e Barack Obama, provocaram: as pessoas desejam um governante que governe para eles, que trabalhe para o país, um presidente dos EUA que seja presidente dos "EUA". Penso que a bastante tempo o povo de lá cansou desta história de ver seu presidente mais focado em "causais globais" e cada vez menos em causa nacionais, ou seja, o povo sentia-se "órfão" de seu próprio presidente.

Não sou somente eu quem falo, mas Donaldo Trump falou justamente para essas pessoas, que agora descobrimos, são a maioria nos EUA. Sua vitória deve-se ao seu esforço pessoal em direcionar seu discurso para eles, norte-americanos, não em parte para eles e em parte para o mundo, como era o caso de sua adversária.

Trump pode não ser a melhor escolha para o cargo, mas sua dedicação em alimentar o povo de sua própria nacionalidade, de dedicar-se a cuidar deles mais do que qualquer outra causa, j[a mostra que os norte-americanos voltarão a ter um presidente, e não um adjunto da ONU na Casa Branca.

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