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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

O que nos move a falar da realidade?

Não é possível fugir do tempo em que vivemos, muito menos ignorá-lo nos seus acontecimentos sociais, pois tudo isso é reflexo de um ser humano, ou melhor de um "tipo" de ser humano, com tremenda carência de formação humana e espiritual.

Muitos acabam comentando, "tudo está muito dividido", "ninguém mais se entende", "existem muitas idéias diferentes sobre a mesma coisa", etc., pensamentos que, apesar da falta de profundidade, revelam a pululante situação do ser humano contemporâneo. E este fenômeno não presenciamos somente num determinado grupo social, num determinado seguimento da sociedade, mas constatamos em quase todos.

Neste blog quase sempre me refiro ao ambiente eclesial, pois é o lugar onde mais me sinto a vontade de escrever. E este caos social encontramos, como disse, especialmente na Igreja, visto que, nela as pessoas sempre expressam suas mais profundas crises interiores.

Mas falemos do que parece ser mais profundo - para a fé e para as simples relações humanas -, falemos do caos de consciência.

Qual força move você neste mundo, na realidade social em que vive?

Uma pergunta importante, que não deve ser tratada com leviandade. Longe de psicologismos, constato nos diversos grupos sociais, esta perturbação de consciência: "Será que esta idéia está correta? Será que devo defender tal pessoa e suas idéias? Será que não me arrependerei por falar ou escrever isso?". Outras perguntas podem expressar a mesma perturbação. Num mundo caótico não é raro encontrarmos pessoas assim, amedrontadas pela própria consciência inepta, um reconhecimento trágico. Pessoas que revelam seu estado: ineptas para ouvir, se convencer, e defender pelo simples fato de não possuírem critérios sérios e sólidos pelos quais possam medir algo que tenta-lhes convencer e, se for o caso, ser possível de defesa diante de outras opiniões.

É claro que falo da aptidão, mas também da coragem de lançar-se ao mundo da "crítica" seja positiva ou negativa. É um mundo cruel, onde não sobrevivem mentes ingênuas como de crianças. Por isso falava de amedrontamento de muitos, talvez da maioria, pois não conseguem suportar o dialogar ou debater com aquela pessoa que o contradiz.

É preciso critérios, e para tê-los é preciso de tempo ouvindo e estudando, pois os critérios não são somente valores naturais, coisas que aprendemos do berço familiar, mas diretrizes precisas que nos revelam um caminho seguro diante dos mais variados temas levantados na sociedade.

Como disse, no ambiente eclesial é necessário o mesmo empenho denodado para, diante dos critérios adquiridos, fazer parte deste mundo, contribuindo com a critica positiva ou negativa a fim de endireitar também aquelas opiniões baseadas em critérios inválidos e insólidos. Por conta deste mundo caótico que afirmava é que se faz tão necessário a contribuição de todos, baseados em verdadeiros critérios, estes que são apreendidos especialmente de uma cultura cristã que ao mesmo tampo nos faz "adequar a mente a realidade das coisas" criadas, sem esquecer da unidade da natureza humana que não nos permite a sobreposição social sobre outros seres humanos.

Ou seja, ver, analisar e falar, sem a presunção de onipotência.

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