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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

O ciclo das águas

Engraçado este titulo, não!?
Pois bem, o nosso dia-dia também posse ser assim, não? Vivemos numa sociedade um pouco confusa, grandes acontecimentos, vida corrida, trabalho e família. Achamos que isto acontece só nos dias atuais, nos enganamos. Lá em 1975, Moacir Scliar, já havia feito uma observação em um dos seus livros (Scliar, Moacyr. CICLOS DAS AGUAS. Editora L&PM Pocket), onde uma moça, Esther, se apaixona por um cara e abandona sua família e vai atrás de seu sonho.


Atualmente não é diferente, às vezes largamos tudo e vamos em busca de algo como Esther o fez; nos decepcionamos e às vezes traímos a confiança de muitos. A paixão vai embora, a vida se torna sem valores após a morte do amor de Esther, aquele homem que morrerá em um navio. No mesmo dia da morte do seu amor, aquela moça que se dizia amá-lo, deitou-se com o médico que fazia o atendimento para as pessoas doentes do navio, vivendo assim uma vida vulgar.

Atualmente nos deparamos com essas mulheres de maneira um pouco diferente dando o seu corpo em troca de um "valor".
Assim como Esther, muitos têm filhos e colocam neles todas as esperanças que um dia parou de brilhar dentro delas. Às vezes os filhos seguem um rumo diferente, e outros se assemelham a vida de seus pais. Tudo isso acontece como um ciclo: nasce, cresce, vive, morre e nasce novamente.

Recomendo este livro para os jovens, para que saibam que o seu final pode ser mudado, basta querer.

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