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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

25 anos do "renascimento" das dioceses na Rússia

13 de abril de 1991: o renascimento das dioceses católicas na Rússia completa hoje 25 anos

País de tradição cristã ortodoxa, a Rússia tem quatro dioceses católicas que, neste dia 13 de abril, comemoram os seus 25 anos de renascimento após os “70 longos anos de via-crúcis” que enfrentaram sob o regime comunista ateu:
  • em Moscou, a da Mãe de Deus, guiada por dom Paolo Pezzi;
  • em Saratov, a de São Clemente, dirigida por dom Clemens Pickel;
  • em Novosibirsk, a da Transfiguração, conduzida por dom Joseph Werth;
  • em Irkutsk, a de São José, liderada por dom Kirill Climovic.
Os quatro bispos escrevem sobre este significativo aniversário:
“Olhemos para frente e demos graças a Deus por todo o bem recebido nos últimos 25 anos! Vivamos uma novena de ação de graças e elevemos uma oração de gratidão, para que a alegria e o reconhecimento não se esfriem dentro do nosso coração”.
Em seu texto, os bispos também recordam “as páginas trágicas, mas gloriosas, da história da Igreja” na Rússia, com a destruição das suas estruturas físicas e jurídicas e as “mais cruéis perseguições” contra os fiéis, gerando, no entanto, mártires e confessores cuja memória é “um tesouro para os fiéis do século XXI”.
 
Os 70 anos de clandestinidade e perseguição chegaram ao fim a partir do encontro histórico entre o papa São João Paulo II e Gorbachev. Graças a este passo, um representante da Santa Sé, dom Francesco Colasuonno, pôde finalmente chegar a Moscou depois de sete décadas de comunismo ateu.
 
Em 13 de abril de 1991, a Igreja Católica na Rússia e nas antigas repúblicas soviéticas da Ásia Central viu finalmente as suas estruturas jurídicas serem reconstituídas naquele vasto território, em que o ateísmo tinha tentado se impor com fúria e sangue – e com retumbante fracasso.
 
Deus tinha vencido. De novo. E hoje celebramos o aniversário de mais esta vitória.

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