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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

CRISTIANISMOS ADAPTADOS: Teólogos obedientes ao Magistério

Há cerca de seis (6) anos escrevia:
"o desenvolvimento teológico pode ser relativo em se tratando da verdade cristã. Ora, qualquer um pode “fazer teologia”, nem por isso a suposta verdade teológica que tal descobre ou desenvolve se enquadra na verdade mesma da fé cristã" (CRISTIANISMOS ADAPTADOS, 03/10/2009)
Este post iniciou uma série de posts sobre "cristianismos adaptados", uma forma que encontrei para nomear este cristianismo epidérmico, influenciado pela mundaneidade, inflado pela ilusória necessidade de ser e parecer simpático aos diferentes, aos que há décadas ou séculos andam em descompasso com a Igreja Católica e seu Magistério.
Após cinquenta anos do Concílio Vaticano II, percebemos marcas notórias de libertinagem teológica entre o clero católico, e indescritível atuação circense na vida pastoral, seja pelos próprios cléricos com débil teologia, seja pelos leigos com a mais débil ainda catequese recebida pelos fracos cléricos que a ministravam.

Existe de fato um documento da Igreja sobre a vocação do teólogo e a contribuição desta ciência para a fé, Donum Veritatis, uma instrução da Congregação para a Doutrina da Fé sobre a vocação eclesial do teólogo. Destaco o seguinte: "A teologia oferece portanto a sua contribuição para que a fé se torne comunicável, e a inteligência daqueles que não conhecem ainda o Cristo possa procurá-la e encontrá-la (n.7)". Neste ponto me parece imprescindível mencionar a obediência que o próprio teólogo deve ter para com o Magistério da Igreja, por mais que sua inteligência o leve a considerar tal teoria pastoral mais adequada a vivência de fé, pois se esta fere ou entra em desacordo de alguma maneira com a letra do próprio Magistério da Igreja, vale sua suspensão de juízo e concordância filial com aquela que vive para professar ao verdadeiro Cristo.

Não se trata de "obediência cega", como se na Igreja não tivéssemos inteligência e liberdade. Trata-se de amor e humildade. Existem em nosso tempo muito orgulho entre o s teólogos, pois alguns preferem trilhar o caminho da polêmica para alcançar notoriedade e certo seguimento. Esquecem que os homens devem seguir somente a Cristo! E depois, usar o próprio Cristo para elevar-se acima dos demais não os fará alcançar a coroa da vitória, mas a condenação eterna, por prua vaidade e usurpação das prerrogativas do próprio Deus.

Padres e bispos que levantam bandeiras ao invés de levantar o Evangelho e o Catecismo da Igreja Católica, são indignos seguidores de Nosso Senhor, e filhos rebeldes da Santa Mãe Igreja. Merecem dos cristãos orações e ao mesmo tempo repulsa pelos seus atos e palavras.

Identificamos os CRISTIANISMOS ADAPTADOS quando os confrontamos com o definitivo Magistério da Santa Igreja.

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