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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

Deixou o que deixou!


 Morreu nesta sexta-feira (19) aos 84 anos, segundo informações da imprensa italiana. De acordo com o jornal La Repubblica, a morte foi registrada às 22h30 (horário local), em sua casa, mas a causa ainda não foi divulgada. (http://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2016/02/19/umberto-eco-autor-de-o-nome-da-rosa-morre-aos-84-anos.htm?cmpid=fb-uolnot).
Umberto Eco ficou mundialmente conhecido pelo romance O nome da Rosa, obra que "gira em torno das investigações de uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. Com ares de Sherlock Holmes, o investigador, o frade franciscano Willian de Baskerville, assessorado pelo noviço Adso de Melk, vai a fundo em suas investigações, apesar da resistência de alguns dos religiosos do local, até que então desvenda que as causas do crime estavam ligadas a manutenção de uma biblioteca que mantém em segredo obras apócrifas, obras que não seriam aceitas em consenso pela igreja cristã da Idade Média, como é a obra risonha criada por Eco e atribuída romantescamente a Aristóteles. A aventura de William de Baskerville é desta forma uma aventura quase quixotesca" (https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Nome_da_Rosa).
Eco sempre foi de pronunciamentos polêmicos, e neste sentido assemelha-se a José Saramago, outro escritor famoso por romances repletos de cutucas na Igreja Católica e sua doutrina.
O universo literário, enquanto conjunto de obras tecnicamente satisfatórias para o desenvolvimento e amplitude do saber, agradece a Umberto Eco sua dedicação, mas com certeza não posso louvar sua obra enquanto formadora ou mal formadora de assuntos que fugiam ao alcance do escritor em questão.
Deus, em Sua infinita misericórdia, receba Umberto Eco na paz eterna.

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