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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Papai: Que se digam coisas claras!

No mês de agosto têm um final de semana que é dedicado a lembrança dos papais, geralmente o segundo final de semana do mês. Sempre fui meio contrário a essas datas como "dia dos pais", "dia das mães", "dia dos namorados"... para mim são datas mais comerciais que enebriadas de puro sentimento afetivo.
Mas a data existe, e todos os anos a lembramos.

Nesta data sempre me vêm a mente é a falta de solidez e clareza nas reflexões que se ouve nas Missas dominicais. E parece ser difícil encontrar uma mente iluminada o bastante para direcionar uma mensagem clara aos pais e sua missão paterna e todas as reflexões cabíveis mediante esta missão. Pois o que geralmente se vê são reflexões subjetivas, que saltam entre falar aos filhos e falar aos pais, quando não parece ser uma verdadeira canonização dos pais presentes, mesmo sabendo que cada um deles possivelmente possuem muitos pecados a satisfazer.
Já havia refletido sobre este tema noutro post mais antigo, mas volto a este tema porque é lamentável perceber que não se aproveita o tempo e a oportunidade que se oferece para nutrir a sociedade de almas verdadeiramente paternas, que sejam conscientes de sua missão no mundo, diante daqueles que juntamente com a esposa, geram e educam.
É preciso dirigir-se aos papais com firmeza, afinal, são homens, varões como o foi São José, esposa da Virgem Santíssima. É necessário mirar nos olhos dos papais e dizer-lhes com firmeza, "vocês necessitam valorizar a paternidade recebida como dom de Deus... sua missão neste mundo é divina por acompanhar e encaminhar os filhos de Deus, isto é, os filhos de vocês...".
De fato, a figura do pai ainda é muito desprestigiada em nosso tempo. É urgente recuperar as características próprias dos varões que, como São José, recebem de Deus o chamado a acompanhar, educar e direcionar os filhos deste mesmo Deus.

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