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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Papa Francisco: Gratuidade e justiça

"... a gratuidade não é complemento, mas requisito necessário para a justiça" (Papa Francisco no Discurso à Sociedade Civil no Equador, 07.07.2015)



O Santo Padre Francisco esta viajando pela América Latina, visitando alguns países, e no dia de ontem (7 de julho) fez um discurso na Igreja São Francisco em Quito, para diversos membros representantes da sociedade civil, momento bastante propício para falar alguma coisa sobre a Doutrina Social da Igreja.
O Santo Padre ressaltou bastante o papel importantíssimo da família como célula desenvolvedora da sociedade, o que de fato, ele vêm fazendo desde que chegou na América Latina. Valorizar a família pode ser a grande mensagem do Papa Francisco nesta viagem que emprega pela América Latina, visitando o Equador, Bolívia e Paraguai.
Penso que um momento importante deste discurso do Santo Padre foi também deixar claro que a gratuidade não é um mero adereço linguístico ou do passado, que pode ser dispensado na sociedade, pelo contrário ela é requisito indispensável para a verdadeira justiça. Dando como exemplo a pegunta que faz as crianças sobre como repartem o pirulito que possuem com aquele amiguinho que chega próximo a eles, afirma que esta gratuidade se for esquecida no exercício da justiça na sociedade civil pode nos levar a uma falsa "justiça", pode nos levar a um placebo que dá margem as marginalidades que existem na sociedade de hoje.
Ser justo não é apenas dar o que penso logicamente pertencer ao outro, mas também dar-lhes o que os olho enxergam que lhes falta e que posso lhes dar, mesmo que naquele momento eu fique sem o que der a outro.
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