Pular para o conteúdo principal

≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

"O Símbolo Perdido" e a defesa da Maçonaria

Já havia declarado meu desgosto pelo estilo de Dan Brown no post Dan Brown, "o catador", com essas palavras:
Não gosto de falar mau de pessoas, mas sou obrigado a deixar claro meu desgosto pelo suposto estilo deste escritor que traz consigo esta característica nefasta do mundo moderno, o lucro a qualquer preço.
No livro "O Símbolo Perdido" este escritor realmente revela sua face mais cômica para não dizer ridícula ao defender abertamente a maçonaria com aquele ar de messianismo típico de norte-americano alienado, julgando-se predestinado a salvar o mundo!
No capítulo 23, o protagonista Robert Langdon, uma mistura de inteligência com idiotice, rebate a um pequeno interrogatório da agente da CIA, Yone Sato, com estas claras palavras defendendo a chamada maçonaria:
Para seu governo, minha senhora, toda filosofia maçônica se baseia nos conceitos de honestidade e integridade. Os maçons estão entre os homens mais dignos de confiança que a senhora jamais poderia sonhar em conhecer.
Realmente é uma defesa apaixonada de uma associação secreta (que nem é tão secreta assim, mas que com certeza guarda segredos!) que nos leva a pensar no porque Brown faria isso no seu livro. Lembrando de sua obra lançada antes desta, "O Código da Vinci", é inevitável perceber a grande tentativa de desmoralizar a Igreja Católica que sempre foi a primeira a condenar a Maçonaria, na sua linha filosófica e ideológica. Não se nega que nesta associação possa ter gente de bem, mas o problema é justamente os "conceitos" que o escritor diz serem os melhores do mundo. Na verdade a maçonaria ATEÍZA o mundo, isto é, ela aos poucos tenta destruir a fé em Deus nas pessoas, nos países. 

Não é de se estranhar que muitos acabam associando a maçonaria com o Demônio, pois este é justamente o trabalho dele, fazer as pessoas esquecerem Deus, para colocar a si mesmas como deuses.
E Brown se utiliza muito desta ideia explicitamente, como podemos ver no capítulo 82 onde cita erroneamente o versículo da Bíblia, "não sabeis que sois deuses?", ideia que repete várias vezes nos diálogos de Katherine, Langdon, Peter e o vilão Mal'akh.

Que os "pais fundadores" dos EUA tiveram seu contato com a Maçonaria não é de se duvidar, mas a obra fica ridícula quando deixa transparecer a tentativa de revelar ao mundo o destino predestinado deste país de ser o berço da salvação do mundo.
Enfim, o primeiro e o segundo livro de Brown ainda nos levam a ler um terceiro pela facilidade da narrativa, mas a partir daí já perde qualquer argumento para ler outro. Dan Brown é um escritor que precisa mudar, ou ficará com modinha... vêm e logo passa, mas não entra para a história da literatura universal!

Comentários

Unknown disse…
Excelente crítica Valderi! Obrigado.

Publicação mais visitada do site no último ano:

Objetos de Devoção