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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Oscar Wilde morreu sendo católico!

Apesar de ter nascido protestante e vivido até o fim da vida de maneira pouco ordenada por princípios religiosos, Oscar Wilde morreu como católico, sendo que sua própria vida, cheia de atitudes controvérsia, é visto como o próprio sintoma de quem honestamente buscava a verdade espiritual.
O escritor e ensaísta Paolo Gulisano, especialista no mundo britânico e autor de diversos livros sobre Tolkien, Lewis, Chesterton e Belloc, publicou recentemente em italiano Il Ritratto di Oscar Wilde (“O retrato de Oscar Wilde”) pela editora Ancora, e nos fala sobre a conversão de Wilde.
O autor indica que a busca espiritual de Wilde “pode também ser vista como um longo e difícil itinerário de conversão ao catolicismo”.
Gulisano assegura que o escritor pensou e inclusive adiou por muito tempo sua adesão à fé católica. Também fez alusão a um dos seus paradoxos:
“Wilde afirmou um dia a quem lhe perguntava se não estaria se aproximando perigosamente da Igreja Católica: ‘Eu não sou um católico, eu sou simplesmente um papista apaixonado.”
“Por trás da batuta, está a complexidade da vida, que pode ser vista como uma longa e difícil marcha de aproximação do Mistério, de Deus”, indica o escritor.
Inclusive amigos próximos de Wilde também acabaram convertendo-se. “Amigos como Robbie Ross, Aubrey Beardsley e inclusive John Gray, quem o inspirou para a figura de Dorian Gray”, esclarece.
Gray entrou no seminário em Roma, foi ordenado sacerdote e exerceu seu ministério na Escócia, contando com a estima de grande parte dos seus paroquianos.
“Também o filho menor de Wilde se tornou católico”, recorda o escritor.
Gulisano conclui dizendo que, apesar da cultura secularizada e anticatólica da Inglaterra, em autores como Newman, Chesterton, Tolkien e no próprio Wilde, pode-se encontrar “uma vacina útil contra os males espirituais da nossa época”.
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Conforme site Zenit.Org (artigo de 05/07/2009); e Wikipédia.Com (verbete "Oscar Wilde"), acesso em 19 de maio de 2015.
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