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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Dom Zeno: "Jesus que se compadece diante do sofrimento humano"

Novo Hamburgo - Rio Grande do Sul (Segunda-Feira, 09-02-2015, Gaudium Press)
Em seu artigo semanal, Dom Zeno Hastenteufel, Bispo da Diocese de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, reflete sobre o fato de que Jesus sempre se compadeceu e se compadece com o sofrimento humano.
Ele afirma que quando o povo de Deus fez a longa experiência do êxodo, isto é, da saída do Egito e caminhada em direção à terra prometida, sob a liderança de Moisés e Aarão, surgiram problemas concretos, que sempre resultavam em regras de comportamento ou leis que eram incluídas na legislação religiosa do povo. Segundo o Bispo, assim se compreende o duro relacionamento com os leprosos, que no domingo será apresentado na primeira leitura.
"Tratava-se de uma doença contagiosa. Não existiam ainda as vacinas e a única forma de evitar as epidemias era afastar os doentes do convívio humano e social. Os irmãos que eram atingidos por esta doença eram obrigados a se afastar do acampamento e morar de forma isolada. Era uma verdadeira desgraça", explica.Ainda de acordo com o prelado, dentro deste contexto, se compreende o gesto daquele pobre leproso que chegou perto de Jesus e de joelhos pediu: "Se queres, tens o poder de curar-me".Além disso, Dom Zeno destaca que é claro que diante de um pedido destes, Jesus lhe estendeu a mão e imediatamente ficou curado. Conforme ele, era um grande milagre e, de repente, Jesus poderia ser confundido com um destes "milagreiros" ambulantes. Por isso, ele é tão insistente: "Não contes nada disto a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela purificação, o que Moisés ordenou como prova para eles" (Mc 1,44).
"Este era o sinal da cura. Este homem seria liberado pelo sacerdote para conviver no meio do povoado. Estava livre da lepra terrível! Esta doença realmente marginalizava as pessoas. Aliás, qual é a doença que não marginaliza ou pelo menos cria barreiras entre os homens, também em nosso tempo", salienta o Bispo.
O prelado ressalta que na liturgia do próximo domingo, São Paulo se apresenta como um imitador de Cristo: ele mesmo se apresenta como modelo, pedindo para ser imitado por nós, pois para ele está muito claro que todos foram salvos por Jesus Cristo.
"A partir desta salvação, uma vez realizada pelo Filho de Deus, que veio ao mundo para nos salvar, não há mais doença que nos torne impuros; não há mais pecado que não tenha perdão e não existe mais a pessoa que se possa dizer que está perdida e que não tem mais salvação. Por isso, São Paulo pode colocar este princípio fundamental de vida: 'Fazei tudo para a glória de Deus'", avalia.
Por fim, Dom Zeno diz que a nossa missão seria a de continuar o caminho de Jesus que se compadece diante do sofrimento humano. "Ele não só fica com pena, mas ele cura o doente e procura logo reintegrá-lo na comunidade", conclui. (FB)
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Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/67078#ixzz3RHwct45f 
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