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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Myleide

Já escrevi algumas vezes sobre a estanha relação que algumas pessoas nutrem com certos animaizinhos de estimação, tratando-os como filhos adotivos, um comportamento que realmente reprovo quando se transforma em descarrego emocional com o benefício da não responsabilidade dos filhos biológicos.IMG_20141208_090845
Mas certa pessoa me emocionou a alguns dias. Ligou-me numa certa hora da tarde em prantos lamentosos para comunicar-me o trágico falecimento de sua cachorrinha chamada Myleide. Era novinha, tinha poucos meses de vida e encantava a vida desta pessoa que de tão triste nem conseguia conversar direito.
Muitas vezes, confesso, em determinadas realidade familiares se faz necessário um animalzinho para receber a atenção que não se consegue depositar naqueles que nos rodeiam. Talvez seja este o caso da Myleide e sua delicada e sensível dona.
Penso que este caso possa ilustrar também uma difícil realidade da vida humana, a morte. Parece diminuir este momento tão delicado da morte humana querendo compará-la ao de uma cachorrinha, mas muitas vezes estes pequenos eventos nos fazem lembrar do ar que respiramos e que nos mantêm de pé, consciêntes e pensantes.
Myleide era uma criatura de Deus e como tal era amada por Ele. Até onde se compreende, não existe uma alma imortal nos cacchorros, mas a lembrança destes animaizinhos vivem na mente daqueles que sempre os cuidaram.

Comentários

Unknown disse…
Saudades da minha Myleide... :(

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