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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Comunistas clericais… sim, eles existem!

Já a tempo presenciamos bizarrices extraorbitais dentro da Santa Igreja, e infelizmente não se tratá de um leigo mauVaticano - raio informado, mas muitas destas bizarrices surgem de mentes “clericais”, ou seja, em sua grande maioria ministros ordenados (diáconos, padres e bispos) que acabam transformando os presbitérios em palcos, palanques e galhos para tripudiar da sabedoria da Igreja, que nada mais pede aos seus “ordenados” que cumpram o que ela, ao longo de vinte séculos, formulou, ordenou e sintetizou de todo o tesouro teológico oriundo da vida de Nosso Senhor.

Realmente é lamentável o que sofre a Mãe Igreja com estes verdadeiros “comunistas clericais” que usam suas batinas… desculpe, eles nem sabem mais o  que é batina… enfim, que usam suas camisas listradas anos 80 para aparentarem seriedade, e dissiminam a insensatez, a discórdia e a rebeldia entre os leigos. Estou cansado de ver estes “agentes” infiltrados no corpo ministerial destruindo a Igreja de dentro, uma verdadeira guerra fria onde o campo é sempre a vida pastoral, o lugar onde deveria aparecer a voz forte, firme e verdadeira da Igreja, não de Pe. Fulano, nem de Dom Beltrano.

Pode aparenter apenas desabafo de minha parte, mas se trata de verdadeira denúncia (para quem ainda pensa viver no “pais das maravilhas” pós-concílio), pois já gastei tempo concentrando-me nos livros oficiais da Santa Mãe Igreja para não falar injustiças ou bobagens do nível que se fala por “padrecos” boa praças em suas homilias apaziguadoras, totalmente aquém da exigência teológica ou magisterial.

Para espíritos ao menos esforçados peço o delicado e dedicado esforço do estudo para perceber que “liberdade intelectual” não se coaduna com obediência magisterial. Se pertences a Santa Igreja de Cristo, visivelmente na Igreja Católica Apostólica Romana, necessitas alegrar-se por dedicar a vida em obedecê-la em seu magistério, sábio por definição e função. É claro que um pressuposto é fundamental para isso: a fé. Exitem muitos teólogos sem fé, que estão caminhando entre os batizados, como “espiões camuflados”… kasperianos que não conseguiram dobrar-se diante da Esposa de Cristo.

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