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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Pistoleiros também mandam flores... ou não!

A pouco terminei de ler um pequeno livro do jornalista e ao que parece também escritor, David Coimbra.
Sob título de "Pistoleiros também mandam flores", o autor desvela nada mais do que sua própria filosofia - se é que se pode chamar assim! - de como viver a margem da responsabilidade, banalizando estruturas que ao longo da história da humanidade se solidificaram porque justamente nascem de um apelo urgente, e posso dizer também natural, do ser humano. Coisas como casamento, justiça e respeito indiscutível a religião e a Sagrada Escritura fazem parte não de uma ideologia momentânea, mas de algo que permanece a muito custo na humanidade, fruto de uma conquista dela mesma, pois o ser humano conseguiu se ver não solitário neste mundo, mas acompanhado de um Deus que se revela a ele, revelação esta contida inegavelmente nas palavras da Sagrada Escritura. O mesmo ser humano que, graças a este desenvolvimento de sua dimensão espiritual, conseguiu compreender e solidificar o relacionamento monogâmico - ironizado nesta obra -, algo basilar para o crescimento de uma sociedade sadia, onde sobrevive a estrutura familiar, célula da sociedade.
Claro que não estou julgando o escritor pelo conjunto de sua obra, apenas fazendo um comentário deste livro específico, que apesar de ter um viés humorístico, discursa negligentemente sobre a licitude de orgias, assassinatos, desrespeitos, enfim, uma tentativa de apregoar argumentos para uma vida inidônea.
Diante de toda a trama, os discursos com ares de intelectualidade do personagem Nico, amigo de Régis Rondelli, demonstra de maneira bastante clara a postura presente nesta obra específica. O próprio modo de viver do assassino Aníbal nos faz ver a corruptibilidade da filosofia presente no livro. Ali encontramos o miserável repórter Régis, que quase por acidente esta no centro da trama, ele sim parece salvar um pouco a licitude da visão sobre casamento, justiça e amor, apesar de aparentemente concordar com Nico e Aníbal no quesito vida loka.
Sobre o autor - que se demonstra incansável no assunto "mulheres" - realmente gostaria que tivesse mais cuidado ao entrar em campos que possivelmente não domina o suficiente, pois a censura estará sempre presente e não só isso, mas o que deve ser temido por todos os escritores, o rótulo de "irresponsável intelectual". Demonstro: num dos discursos de Nico ao amigo Régis, o autor coloca na boca de Nico - aparentemente um razoável leitor de livros - a vida de Santo Agostinho de Hipona, usando de tal forma a vida deste magno doutor da Igreja para justificar sua vida devassa, fazendo aparentar que o próprio Agostinho legitima esta vida, mesmo depois de sua conversão ao cristianismo, o que tornou o grande defensor da moral cristã.
Por fim, o assassino não manda flores para ninguém... talvez uma brincadeira do autor!
Não posso jogar a vida dos personagens na vida do autor, evidente. Faço este comentário porque desejo compartilhar minha opinião sobre esta obra.

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