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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Crônicas natalinas: O frango “laranja”

Nada mais simpático que o tempo do Natal, todos parecem que ecoam as mesmas palavras “paz, amor e harmonia”. Tudo seria tão bonito se realmente não fosse apenas posturas ocasionais. E falando nisso me recordo de um espisódio  que, na verdade nada mais é do que consequência deste arquétipo do moderno natal.

Já faz algumas décadas, numa cidade periférica, onde a população em geral se nutre das “sobras” da vida metropolitana, que numa humilde família existia uma senhora que era como que a chefe, sendo sempre o ponto de união dos filhos e noras. De fato, esta senhora que nutria uma grande devoção e se orgulhava por ser uma cristã católica convicta era vista como um exemplo por todos na família e fora dela.

frango de natal Aconteceu que num natal, ou melhor na véspera dele, um dos filhos largou uma frase que caiu como uma martelada, certeira e definitiva na devoção daquela senhora e em alguns da família. Ao se combinar a ceia de natal, supondo a participão na Santa Missa de véspera do Natal, o referido filho disse: “vocês vão que a gente prepara o frango para a janta”. Maldito frango!

Por que maldito? Porque este frango virou um “laranja” para não participar como se deveria da celebração da Santa Missa vespertina de Natal, algo que todo cristão consciênte e que espera algo de Deus sabe que deve fazer. Ficou então este filho e mais alguns membros da família supostamente desempedidos da participação na Santa Missa tendo orgulhosamente o maldito frango “laranja” como escopo para comemorar de fato o Natal.

O sentimento que ficou é que o Natal não foi comemorado, mas sim o frango assado… o tal do frango “laranja”.

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