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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Terça-feira - At 16,22-34 Jo 16,5-11

VI Semana do Tempo Pascal

Pe. Valderi da Silva

Fratres carissimi.

Nesta semana, desde o Domingo passado, estamos contemplando Jesus apresentando aos discípulos sua partida para junto de Deus Pai, mas ao mesmo tempo anunciando o envio do Defensor, do Espírito da Verdade, do Paráclito. Ele mesmo alenta os discípulos sobre a possível tristeza e talvez desespero ao saber que o Mestre vai partir, e faz isso falando claramente que vai, mas será enviado este Paráclito que permanecerá aqui até o fim dos tempos.

No Evangelho de hoje, Jesus nos mostra algo revelador sobre a Trindade Santíssima, algo que na verdade já foi dito pelo Senhor, mas que agora fica-nos mais compreendido através de Suas palavras: o fato de que o Espírito Santo, sendo uma pessoa divina da Santa Trindade, procede da pessoa do Deus Pai e da pessoa do Deus Filho, e isto ao ouvimos Jesus dizendo "é bom para vós que eu parta; se eu não for, não virá até vós o defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei" (Jo 16,7). Algo que professamos no Credo Niceno-constantinopolitano: Qui ex Patre Filióque procédit (Credo Nice-constantinopolitano, 381), ou seja, este Espírito Santo, terceira pessoa da Santíssima Trindade é enviado a nós por Deus Pai e Deus Filho, por isso professamos que procede dos dois, não apenas de um deles, ou só do Pai, ou só do Filho. E isto não é um detalhe insignificante para nós, pois ao entendermos isto fica-nos mais solidificada a unidade profunda das pessoas divinas, ou seja, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Nossa fé na Santíssima Trindade é identificação de nossa contemplação de como Deus mesmo se revelou a nós, identificação dos verdadeiros adoradores de Deus, pois professando a fé nas três pessoas divinas, estamos professando a fé no verdadeiro Deus e aceitando por completo a Sua revelação.

Ainda neste Evangelho Nosso Senhor chama a atenção para três coisas que o Espírito da Verdade iluminará: no que consiste o pecado, a justiça e o julgamento[1].

Numa evidente alusão a eficácia do Espírito Santo, Jesus nos deixa também claro que o ser humano necessita Dele para poder viver retamente, ou seja, sendo capaz de fugir do que é pecado, para também viver na justiça (que é própria dos santos!) e tendo a consciência do julgamento, que no final dos tempos acontecerá de modo definitivo.

Saber que o pecado “é uma palavra, um pensamento, um ato, um desejo ou uma omissão contrários ao plano de felicidade que Deus tem para o homem”[2], e que se exprime especialmente por um apego exagerado e desordenado a bens, coisas, idéias ou pessoas que nos afastam de buscar e viver o amor de Deus. Isto o que cada ser humano necessita saber e viver para corresponder a Deus, é o Espírito Santo que nos ilumina e auxilia a viver.

Saber que a justiça não é apenas obedecer a leis positivas, leis criadas pelos seres humanos, mas é buscar cumprir a vontade de Deus em primeiro lugar, pois é com Ele que a justiça cumpre seu papel, a paz ente os seres humanos. Bem disse certo Cardeal da Santa Igreja: “fazer a vontade de Deus é a nossa paz”.

Por fim, o julgamento de que fala Jesus, trata do julgamento final de maneira especial, mas também daquele que cada um de nós terá logo após a nossa morte, o chamado “julgamento particular”, momento em que nossas virtudes e pecados não arrependidos serão revelados diante de nós, de maneirta que saberemos se morremos dignos de viver com Deus ou afastado Dele na eternidade. Ao falar que o “chefe deste mundo” já esta condenado, fala que o mesmo Espírito Santo revela a condenação daqueles que preferem servir mais as tentações deste “condenado” do que servirem a Deus.


[1] Cf. Jo 16,8

[2] Cf. http://www.acidigital.com/catecismo/

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