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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

III Domingo do Tempo Pascal

At 2,14.22-33 1Pd 1,17-21 Lc 24,13-35

Pe. Valderi da Silva

Estimados irmãos e irmãs.

clip_image004O cristão exulta pela Ressurreição do Senhor através de sua vida, pois é precisamente com os anos bem vividos em conformidade com a vontade de Deus que manifestamos a verdadeira alegria pela grande obra de Deus em nosso favor. É tentando corresponder a esta consciência que neste domingo encontramos este evangelho que a liturgia da Igreja nos apresenta. O que foi proclamado narra um fato acontecido no mesmo dia da ressurreição, ou seja, o domingo como nos deixa entender o próprio evangelho: “naquele mesmo dia, o primeiro da semana”.[1]

Encontrando-se um tanto abalados e também descepcionados, dois discípulos de Jesus tomam o caminho de volta para o povoado deixado a fim de seguir aquele em quem haviam depositado a esperança. No caminho para o povoado de Emaús encontram Jesus que eles não reconheceram a primeira vista, sendo que contam a ele o que aconteceu em Jerusalém com o próprio Jesus. Em contrapartida Nosso Senhor fala-lhes sobre as Escrituras e lhes explica as passagens que falam sobre Ele. Jesus coloca-se não somente como aquele que faz a obra, mas que também vê a necessidade de explicar o que foi feito, tirar o ser humano da cegueira causada pela própria natureza humana frágil que sempre tende a ter a esperança “grudada ao chão”, não conseguindo voar até o horizonte divino.

Nosso Senhor põe-se a caminhar com os discípulos, a caminhar com o ser humano. Este caminho que os dois discípulos percorriam até Emaús se torna o caminho de nossa vida. Nele Jesus esta sempre conosco, caminhando junto de nós e nos mostrando sinais de sua presença e revelando Sua vontade. Caminhar até “Emaús” é retroceder na fé, é desistir de crer em Deus por motivos fracos e sem força para nos fazer voltar ao estágio zero de nossa esperança em Deus. Nossa fé – que foi-nos dada no dia do batismo como que em forma de semente – precisa crescer e amadurecer. Voltar para “Emaús” é sinal de não amadurecimento, sinal de estagnação na fé, pelo contrário, dar mei volta e ir para Jerusalém é sinal de busca pelo crescimento na fé, o que é fundamental para se alcançar a Vida Nova do Ressuscitado.

O caminho do cristão precisa ser em direção à Jerusalém, pois é lá que se encontra a terra dos crentes, a casa dos que reconhecem Jesus, que “tocam” o Ressuscitado com os sentidos da fé.

Este caminho não é medido em metros ou quilometros, mas sim em dias, meses e anos, pois se trata de nossa vida. Toda ela desde o seu início deve ser encarada como o caminho que precisamos trilhar para a casa do Pai, para a morada eterna junto de Deus. O que recebemos no batismo precisa ser cultivado e amadurecido na Igreja de Cristo para poder nos orientar neste caminho para não perdermos a direção certa.

Deus providenciou que mais alguém possa ser nosso auxílio neste caminho, ou seja, a Virgem Santíssima. Nunca a esqueçamos em nossa vida.


[1] Lc 24,13

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