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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

DJC: Paz a gente conquista?

Olá.

Hoje a tarde escutei algo que me deixou incomodado.

Escutei uma senhora, pessoa de muita participação em minha paróquia dizer em programa de rádio local, que a paz se conquista.

Logo fiquei na dúvida… será mesmo assim? A “paz” a gente conquista?! Pensei até em ligar para meu pároco para perguntar-lhe, mas logo decidi eu mesmo refletir sobre o assunto ao invés de buscar uma resposta pronta.

Se a paz a gente conquista, o que é a paz? Um prêmio? Algo objetivo, empírico? Algo para se guardar numa estante como um troféu?

Esta perguntas me fazem ficar mais confuso sobre a afirmação de que a paz a gente conquista!

Talvez se pensar na “paz” como algo subjetivo, no sentido contrário ao objetivo, concreto, algo vivível, ou seja, algo do tipo, “postura”, “estado de vida”.

Hum… acho que estou chegando lá!

Paz, poderia ser encarado como um modo de viver, isto é, eu não digo “tenho a paz”, mas digo “vivo em paz”, pois a paz se vive, é uma consequencia de nosso modo de viver, uma consequencia de nossos atos, pensamentos e palavras.

Mas penso que posso dizer também “tenho a paz” se aceito que a “paz” é o próprio Deus, neste sentido, se vivo na Graça de Deus, posso dizer que tenho a paz, pois tenho a Deus.

Concluo dizendo que não posso concordar plenamente com esta senhora quando ela diz que a paz a gente conquista, pois a paz a gente vive, se tenho a Deus vou viver em paz, a verdadeira paz.

Até mais!

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