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≡≡ LEITURA RECOMENDADA

O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

DJC: Paz a gente conquista?

Olá.

Hoje a tarde escutei algo que me deixou incomodado.

Escutei uma senhora, pessoa de muita participação em minha paróquia dizer em programa de rádio local, que a paz se conquista.

Logo fiquei na dúvida… será mesmo assim? A “paz” a gente conquista?! Pensei até em ligar para meu pároco para perguntar-lhe, mas logo decidi eu mesmo refletir sobre o assunto ao invés de buscar uma resposta pronta.

Se a paz a gente conquista, o que é a paz? Um prêmio? Algo objetivo, empírico? Algo para se guardar numa estante como um troféu?

Esta perguntas me fazem ficar mais confuso sobre a afirmação de que a paz a gente conquista!

Talvez se pensar na “paz” como algo subjetivo, no sentido contrário ao objetivo, concreto, algo vivível, ou seja, algo do tipo, “postura”, “estado de vida”.

Hum… acho que estou chegando lá!

Paz, poderia ser encarado como um modo de viver, isto é, eu não digo “tenho a paz”, mas digo “vivo em paz”, pois a paz se vive, é uma consequencia de nosso modo de viver, uma consequencia de nossos atos, pensamentos e palavras.

Mas penso que posso dizer também “tenho a paz” se aceito que a “paz” é o próprio Deus, neste sentido, se vivo na Graça de Deus, posso dizer que tenho a paz, pois tenho a Deus.

Concluo dizendo que não posso concordar plenamente com esta senhora quando ela diz que a paz a gente conquista, pois a paz a gente vive, se tenho a Deus vou viver em paz, a verdadeira paz.

Até mais!

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