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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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DJC: Paz a gente conquista?

Olá.

Hoje a tarde escutei algo que me deixou incomodado.

Escutei uma senhora, pessoa de muita participação em minha paróquia dizer em programa de rádio local, que a paz se conquista.

Logo fiquei na dúvida… será mesmo assim? A “paz” a gente conquista?! Pensei até em ligar para meu pároco para perguntar-lhe, mas logo decidi eu mesmo refletir sobre o assunto ao invés de buscar uma resposta pronta.

Se a paz a gente conquista, o que é a paz? Um prêmio? Algo objetivo, empírico? Algo para se guardar numa estante como um troféu?

Esta perguntas me fazem ficar mais confuso sobre a afirmação de que a paz a gente conquista!

Talvez se pensar na “paz” como algo subjetivo, no sentido contrário ao objetivo, concreto, algo vivível, ou seja, algo do tipo, “postura”, “estado de vida”.

Hum… acho que estou chegando lá!

Paz, poderia ser encarado como um modo de viver, isto é, eu não digo “tenho a paz”, mas digo “vivo em paz”, pois a paz se vive, é uma consequencia de nosso modo de viver, uma consequencia de nossos atos, pensamentos e palavras.

Mas penso que posso dizer também “tenho a paz” se aceito que a “paz” é o próprio Deus, neste sentido, se vivo na Graça de Deus, posso dizer que tenho a paz, pois tenho a Deus.

Concluo dizendo que não posso concordar plenamente com esta senhora quando ela diz que a paz a gente conquista, pois a paz a gente vive, se tenho a Deus vou viver em paz, a verdadeira paz.

Até mais!

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