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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Cristã grávida é condenada a morte por se converter ao cristianismo

ROMA, 15 Mai. 14 / 04:47 pm (ACI).

A Justiça do Sudão condenou à morte por enforcamento Meriam Yehya Ibrahim Ishag, uma mulher com oito meses de gravidez, por ter-se convertido do Islã ao cristianismo para se casar com um cristão do Sudão do Sul. Além disso, foi sentenciada a 100 chibatadas pelo delito de adultério, pois seu matrimônio não é válido para a lei islâmica.

Sudão, país de maioria muçulmana, tem uma legislação baseada na lei islâmica segundo a qual abandonar o Islã é um crime.

Segundo a agência AFP, o juiz que a condenou disse à mulher que "demos a você três dias para se retratar mas você insiste em não voltar para o Islã. Sentencio você a ser enforcada até a morte".

A sentença de morte não seria efetuada até que a mulher se recuperasse do parto. Segundo a imprensa local, este prazo poderia estender-se até dois anos depois do nascimento do bebê.

Um clérigo islâmico falou com a mulher, presa em uma jaula, durante cerca de 30 minutos, depois dos quais disse ao juiz, de forma tranquila, que "sou cristã e nunca cometi apostasia".

Segundo a Anistia Internacional, a mulher foi criada como cristã ortodoxa, a religião da mãe, pois ela teria tido um pai muçulmano ausente durante a infância.

A defesa de Meriam apelaria da sentença nos próximos dias.

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Fonte: http://va.mu/mn4U

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