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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Páscoa: os enganos [parte 2]

Os chamados “Testemunhas de Jeová”, na sua pretensão de pureza, não celebram a páscoa como organizada pelo calendário gregoriano (que eles ignorantemente chamam de pagão). Dizem preferir comemorar a MORTE de Cristo (já que entendem que Jesus pediu que lembrassem sua morte, não sua ressurreição) conforme o calendário lunar, ou seja, no 14º dia do primeiro mês do ano judaico, que é o primeiro mês do ano no calendário lunar, chamado de Nisan. Mas na realidade, mesmo a morte de Jesus não se deu no 14º dia, mas sim no 13º dia de Nisan, visto que os evangelistas nos dizem que os judeus pediram a Pôncio Pilatos que não deixassem o corpos expostos durante o sábado (dia 14 de Nisan), pois era a festividade da Páscoa.

Esses “Testemunhas de Jeová”, por ignorância ou mau estudo mesmo, acabam pregando mentiras como esta:

Testemunhas de Jeova - Farsa 01(Do site http://www.jw.org/pt) 

Como disse noutro post, muitos enchergam a própria Ressurreição de Cristo de modo limitado, diminuindo a reflexão na medida em que colocam energia no que não revela a luz do próprio fato.

Neste comentário que reconhi de um site oficial das “Testemunhas de Jeová”, encontramos duas mentiras: Que a Páscoa comemorada hoje não teria origem bíblica, e que o nome “páscoa” não reflete a realidade celebrada mas sim faz alusão ao paganismo, sendo assim, um erro chamar de “páscoa”.

Primeiramente, a Páscoa cristã, celebrada pela Igreja Católica, não pode ter outro fundamento senão a Sagrada Escritura. A celebração da páscoa é a celebração da vitória de Nosso Senhor Jesus Cristo sobre a morte, com a sua ressurreição. Quem não vive a celebração da Páscoa são aqueles que facilmente falam asneiras como essas, de que a páscoa celebrada hoje, por nós, é sem fundamento bíblico. Toda a Semana Santa nos leva a passar dia a dia os passos bíblicos de Jesus até sua morte e ressurreição.

Seguindo a isso, vêm esta questão sobre o nome “páscoa”. Ora, páscoa vêm do hebraico Pessach que significa “passagem”, que passa pelo grego Πάσχα. Esse termo traz a alusão à páscoa dos judeus, que foram libertados por Deus da escravidão do Egito, passando da escravidão para a liberdade, de uma vida de morte para uma vida nova. Esta intimamente ligada à ressurreição de Jesus, pois com ela o Senhor nos faz passar da escravidão da morte para a uma vida nova, uma “vida ressuscitada” junto Dele.

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