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≡≡ LEITURA RECOMENDADA

O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

Papa Francisco: “O cristianismo é uma pessoa, uma pessoa erguida, na Cruz”

Nesta terça-feira, 8, na homilia de sua missa diária na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco afirmou que “a Cruz não é só um ornamento para nossas igrejas, nem um mero símbolo que nos distingue dos outros; é o mistério do Amor de Deus”. O Papa enfatizou que não pode haver vida cristã sem a presença da Cruz.

Comentando o Evangelho de hoje, Francisco frisou que Jesus alerta os fariseus dizendo-lhes: ‘Morrereis no vosso pecado’. “Não há possibilidade de sair sozinhos do nosso pecado –prosseguiu- estes doutores da lei, estas pessoas que ensinavam a lei não tinham uma ideia clara sobre isto. Acreditavam, sim, no perdão de Deus, mas sentiam-se fortes, auto-suficientes, sabiam tudo.”Jesus Cristo Cruz

“O cristianismo não é uma doutrina filosófica, não é um programa de vida para sobreviver, para ser educados, para fazer a paz. Estas são consequências. O cristianismo é uma pessoa, uma pessoa erguida, na Cruz, uma pessoa que se aniquilou a sí própria para nos salvar; fez-se pecado. E assim como no deserto foi erguido o pecado, aqui foi erguido Deus, feito homem e feito pecado por nós. E todos os nossos pecados estavam ali. Não se percebe o cristianismo sem se perceber esta humilhação profunda do Filho de Deus, que humilhou-se a si próprio fazendo-se servo até à morte de Cruz, para servir.”

“Assim, O coração da salvação de Deus, é seu filho que assumiu sobre si todo os nossos, a nossa soberba, as nossas seguranças, a nossa vaidade, nossa vontade de ser como Deus. Um cristão que sabe gloriar-se em Cristo Crucificado, não entendeu o que significa ser cristão”.

Falando sobre a Cruz e a redenção, Francisco afirmou: “A cruz não é um ornamento, que nós devemos meter sempre nas igrejas sobre o altar. Não é um símbolo que se distingue dos outros. A Cruz é o mistério, o mistério do amor de Deus, que se humilha a si próprio, faz-se um nada, faz-se pecado.”

“O perdão que nos dá Deus são as chagas do seu Filho na Cruz, erguido na Cruz. Que Ele nos atraia para Si e que nós nos deixemos curar”, concluiu o Santo Padre.

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VATICANO, 08 Abr. 14 / 12:34 pm (ACI)

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