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A agonia de um filósofo

 Agonizar nada mais é que sentir em si mesmo, no seu corpo e na sua mente, as dores de algo inevitável que na maioria das vezes não fora desejado. Costumamos lembrar dos agonizantes nos hospitais que diante da doença que lacera seus órgãos sente as "dores da agonia", um prefácio do suspiro final. Não é diferente pensar da mais famosa das agonias já conhecida pelos homens, a agonia de Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, também uma antessala do consumatum est numa cruz entre dois ladrões. Uma agonia não necessariamente encerra-se com a morte, com o suspiro final desta existência terrena. Sofremos de agonias que podem dilacerar nossa mente e nosso espírito diante de muitas outras situações que se apresentam em nossas vidas. E aqui gostaria de trazer à mente uma agonia tão antiga, tanto quanto a do próprio Jesus Cristo, que alguns seres humanos sofrem silenciosamente, mas experimentam uma dor horrível, não no corpo físico, nos órgãos, mas na mente, na consciência. A agonia de um

Big Brother Brasil: desfiguração da mulher e louvor à libertinagem

Esta ficando enfadonho. A cada ano temos que manifestar nosso total repúdio a este programa televisivo por sua índole totalmente imoral, verdadeiro “esgoto” de imoralidade sendo autentificada pela emissora que o apresenta.
Louvo a Deus por saber que mesmo o mais podre programa de TV com a mais baixa ideologia – exposta e defendida! – não exterminará com a consciência de muitas famílias que sofrem com esta artilharia a “céu aberto” contra a dignidade da pessoa humana (homem e mulher) e contra a família!
Ontem, dia 1º de abril – data muito sujestiva! – encerrou mais um lamentável episódio do estado imoral deste nosso país. Pelas notícias que recebi, acabou este famigerado BBB (Big Brother Brasil). Apesar de parecer uma inutilidade ficar expondo este repúdio a tal baixaria, fico extremamente preocupado com o que as famílias brasileiras viram este ano. Até onde soube, nesta edição houve mais claramente esta apologia ao sexo livre, apologia a homossexualidade libertina, apologia a toda espécie de imoralidade  que só se justifica pelos versos tolos do apresentador de tal programa.
Sempre ouço alguém comentando, “mas não adianta padre, o senhor falar que um cristão não deve olhar tal programa, muitas famílias católicas fingem que não olham, mas chega a hora e estam na frente da telinha…”. Triste realidade! É por isso mesmo que nunca me cansarei de falar contra esta barbárie legalizada em nosso país.
Muita gente esta percebendo o grande esforço de muitos por tornar o Brasil numa “Roma pagã”, num campo de orgia e sem lei, ou melhor, sem Deus! Este BBB é apenas um instrumento para dizer aos jovens “vejam, isso é bonito, é lindo, vocês podem fazer o mesmo”. Como assim?! Por acaso não existe uma moralidade que nos impede a usar a liberdade desta forma?! Claro que existe, mas a intenção é justamente desautorizar esta moralidade ANESTESIANDO e ENSINANDO UMA FALSA LIBERDADE aos jovens.
Fico mais triste ainda ao saber que a tal final do BBB, por ter tido três mulheres como finalistas, foi tido como um louvor a dignidade da mulher.
Mas que louvor? Louvar a atitude de mulheres que agiraram não com dignidade mas como meretrizes? Louvá-las é colocar às jovens de nosso tempo as atitudes delas como exemplo para serem imitados.
O apresentador de tal programa serve de fantoche para esta ideologia libertina que pretende transformar este país em tudo, menos uma grande nação, onde homens e mulheres sabem viver como tais, com dignidade oriunda de sua natureza e sua vocação. Falar bonitinho e comover pessoas sensíveis até o Demônio o faz, e garanto que com mais eficácia!
Deus proteja nossas famílias desta podridão que se apresenta a nós. Que a Virgem Maria, verdadeira mulher, oriente e proteja as mulheres de nossa nação.

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