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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Ano A - I Domingo da Quaresma

Mt 4, 1-11
Pe. Valderi da Silva

Estimados irmãos e irmãs.

Acredito que, especialmente nos dias atuais, todos desejam viver longe do mal, longe daquilo que nos leva a infelicidade, nos leva a decepção e depressão. Este desejo acompanha de modo geral a todos os que vislumbram um ideal maior para a vida humana, algo que não se resuma somente em nascer, comer, dormir e trabalhar, mas algo que expanda nosso sentido interior, algo que surja daquela dimensão que não vemos com o sentido externo. Todo ser humano arde interiormente pelo ideal eterno, pois seu espírito o expande para a eternidade.
Neste I domingo da quaresma, encontramos Jesus no deserto, sozinho, passando propositalmente as privações desta situação: cansaço, calor, fome, sede! E é quando Jesus esta fragilizado corporalmente, que o "pais da mentira", "o tentador", se aproxima Dele, para num esforço lotérico, tentar Jesus ao pecado. Nosso Senhor parece desejar ser tentado pelo Demônio, e nesta impressão logo vemos que o incitador do mal não consegue fugir ao poder de Deus, que sutilmente o usa contra ele mesmo, pois Jesus, superando as tentações, mostra a nos e ao próprio Demônio que a natureza humana é capaz de ser mais forte que a tentação ao mal, auxiliado pela graça divina.
No início lembrava do anseio natural do ser humano para a eternidade, ou seja, o mais perfeito mundo, a mais perfeita vida. Este anseio se transformará em grande decepção e depressão quando não se põe de pé contra o pecado, incitado de mil maneiras pelo "pai da mentira".
Neste tempo quaresmal é sempre válido lembrar de nosso necessário esforço por travar esta luta interior, uma luta que primeiramente é espiritual mas que não fica somente neste campo, pois se faz necessário o agir extra spiritus, ou seja, também fora da vida espiritual. De fato, esta necessidade nos leva a mudar nossa vida, mudar nosso modo de ver as coisas e se utilizar delas. Especialmente num mundo tão negligente quanto ao critério da bondade ou não das coisas, pensamentos e atitudes, é preciso ser mais seleto quanto ao que apoiamos, lemos, assistimos e transmitimos. Nossa postura perante as coisas que nos cercam acabam por revelar nosso comprometimento com esta necessária luta interior contra o mal, em vista de adorar somente a Deus e a Ele servi-Lo (cf. Mt 4,10; Dt 6,13).
É preciso saber que neste mundo, o Mal deseja que desafiemos a Deus a somente nos sustentar, a nos prover, a nos servir! É a inversão que deseja o Mal, mostrando que o ser humano está mais ao lado do dele que de Deus, que sabe obedecer mais as necessidades do corpo que a necessidade do espírito que anseia por viver e servir a Deus, donde veio! Por esta razão, nosso empenho nesta quaresma, posso se voltar nestas duas linhas de batalha: ESPIRITUAL e VIVENCIAL. Espiritual quanto ao cultivo da oração, das obras de piedade e misericórdia. Vivencial quanto a nossa postura frente as investidas do mundo e das pessoas do mundo, e especialmente através das obras de caridade que revelam nosso desprendimento e nossa luta contra o egoísmo e o orgulho.
O ser humano não precisa somente das coisas materiais para viver, em realidade, sua primeira necessidade é da Palavra de Deus, fonte da Vida, fonte do reto viver neste mundo sem se corromper (cf. Mt 4,4).

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