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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

Como? “posição da Igreja Católica” ???

>> Extraído na íntegra da Folha da Manhã:

Os bispos de Campos, dom Ferrería e dom Rifan, se manifestam, em nota, sobre a posição da Igreja Católica em relação ao Projeto de Lei 122 e seus substitutivos (incluindo o direcionado ao que trata da homofobia).

Abaixo, a íntegra da nota enviada por e-mail aos jornais:

 

“Nota de esclarecimento pastoral à comunidade católica de Campos

Nós Bispos e Pastores próprios da Diocese de Campos e da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, vimos a público para esclarecer a população católica, a todos os cristãos e pessoas de boa vontade, o nosso posicionamento a respeito da PL 122 e seus substitutivos (incluindo o substitutivo ao PNE) a respeito da homofobia:

Condenamos toda violência, discriminação e preconceitos contra as pessoas homossexuais.

Defendemos a acolhida, a pastoral da diversidade onde estas pessoas possam expressar suas buscas e como todo cristão viver a fé e a conversão.

Questionamos, no entanto, estes projetos porque criminalizam a opinião e a adesão à antropologia cristã e à teologia revelada sobre a família e o casamento, confundindo crime de ódio com a legítima exposição do pensamento, aliás, fundamental para o Estado de Direito.

Não pode ser relegada ou confinada ao âmbito das Igrejas, ao interior das sacristias, a liberdade de expressão e consciência, pois sem elas não existe mais liberdade religiosa no país e rasgaríamos o art. V da Constituição, enveredando para um totalitarismo de gênero.

Ao serem aprovados estes projetos, longe de se proteger a comunidade “homo-afetiva”, serão acrescentados pretextos  para o ódio discriminatório, que todos repudiamos.

Era o que tínhamos a manifestar em defesa da verdade e do bem comum.

Deus abençoe a todos/as!

 

Dom Roberto Francisco Ferrería Paz                          

Bispo Diocesano de Campos    

         

Dom Fernando Áreas Rifam

Administração Apostólica  Pessoal São João Maria Vianney”

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