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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Santo Padre Francisco pode canonizar Pio XII

Apesar das inúmeras acusações de antissemitismo supostamente praticado, durante a Segunda Guerra Mundial, por Eugenio Pacelli – mais conhecido comoPio XII – o papa Bento XVI resolveu, no dia 19 de dezembro de 2009, aprovar o decreto das virtudes heroicas do Papa Pacelli. Este documento demonstra que Pio XII viveu as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, em grau heroico.Pio XII [eugenio pacelli] 8
A decisão foi corajosa para um alemão. A atitude tomada na época pelo predecessor de Francisco, conhecido como “amigo dos judeus”, foi fruto do amadurecimento de uma série de investigações iniciadas há anos, mas intensificadas após o Sínodo de 2008, realizado no Vaticano. Neste, o rabino de Haifa pediu a abertura dos arquivos do Vaticano que remontavam à época da Segunda Guerra. Eram cerca de dois milhões de documentos e 16 milhões de cartas vinculadas à fase da Shoah (holocausto). Com isso, Bento XVI formou um comitê de estudo do caso, composto por quatro padres jesuítas, provenientes dos Estados Unidos, Alemanha, Itália e França.
Papa Francisco pode canonizar Pio XII
Após os primeiros passos dados por Bento XVI no caso “Pio XII”, chegou a vez de Francisco. No dia 25 de julho deste ano uma fonte autorizada da Congregação para as Causas dos Santos, que pediu anonimato, afirmou a ACI Prensa que, “assim como o Papa Francisco decidiu a canonização de João XXIII, também está considerando fazer o mesmo com Pio XII”.
Segundo o procedimento regular, seria necessário um milagre para a sua beatificação. Mas Francisco poderia aprovar a canonização sem os milagres, ou ao menos sem a comprovação destes, como fez com João XXIII. Neste caso, segundo a fonte de ACI Prensa, poderia “inclusive canonizá-lo (Pio XII) com a fórmula de scientia certa (certeza de conhecimento) e, portanto, passando inclusive por cima da beatificação”.
O Papa que salvou 800 mil judeus
A razão principal apontada pelo Papa Francisco é a de que Pio XII salvou a vida de 800 mil judeus. Ao contrário do que a grande massa midiática e a opinião popular expressam, dizendo que o Santo Padre se omitiu diante do grande holocausto causado pela perseguição nazista.
Apesar da crítica de alguns setores do judaísmo, em julho de 2012, o fundador da Pave the Way Foundation, Gary Krupp, um judeu proeminente e defensor do Papa Pio XII, afirmou que “a lenda negra contra o Papa Pio XII tem sido branqueada pela luz absoluta da verdade”.
O líder judeu realizou algumas modificações na exposição sobre Pio XII realizada no museu do holocausto Yad Vashem, em Israel, a fim de mostrar uma visão mais equilibrada e verdadeira do Papa frente ao nazismo e aos judeus. Em julho de 2012, ele afirmou era preciso “mostrar ao mundo que esta é verdadeiramente uma instituição que se baseia nos fatos e na verdade”.
De perseguidor a herói
Gary Krupp, recordando o sobrenome de batismo doPapa, Pacelli, afirmou: “foi verdadeiramente um grande herói para o povo judeu durante nossos anos mais escuros da Shoah”.
No ano de 2005, o rabino chefe de Roma, Ricardo di Segni, afirmou: “a beatificação de Pio XII é objetivamente um obstáculo ao diálogo com a Igreja muito maior que a beatificação de Dehon”. Talvez o Papa Pacelli não seja mais um obstáculo tão objetivo. E, daqui a algum tempo, talvez Dehon também não seja.

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Fonte: http://www.aleteia.org/pt/religiao/conteudo-agregado/francisco-pode-canonizar-pio-xii-o-papa-que-salvou-800-mil-judeus-20714002

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