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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

SEMANA DA PÁTRIA OU DA NAÇÃO?

Parece irrelevante colocar-se esta questão, mas quero deixar minha consideração pessoal. De fato, não sinto-me bem intelectualmente, quando me pedem que “ame sua pátria”, “celebre a Semana da Pátria”, etc. Sinto-me como alguém cantando parabéns a um cadáver, ou empurrando um carrinho de mão tendo um cachorro morto em cima.bandeira-brasil

Definições de pátria e nação quase se assemelham, e por isso alertei da aparente irrelevância desta questão posta no título deste artigo. Diz o dicionário Michaelis que “pátria” é o lugar onde se nasceu, local ao qual se pertence como cidadão. Achando meio fraca esta definição, encontramos no site Conceito.De uma conceituação seguinte: “Do latim patrĭa, a pátria é a terra natal ou adotiva que está ligada a uma pessoa por vínculos/laços afetivos, jurídicos e/ou históricos. A pátria pode ser, por conseguinte, o local de nascimento, o povo dos ancestrais ou o país onde um sujeito se radicou a partir de um determinado momento da sua vida”. Disto percebo duas coisas: pátria sempre será o local onde nasci; mas posso escolher ter outra pátria, conforme meus laços afetivos ou vínculos formados ao longo de algum tempo. Assim, a Federação dos Estados denominada Brasil, é a minha pátria.

Nação conceitua-se como reunião de pessoas, geralmente do mesmo grupo étnico, que falam o mesmo idioma e tem os mesmos costumes, formando assim, um povo. Uma nação se mantém unida pelos hábitos, tradições, religião, língua e consciência nacional. Apesar da aparente semelhança com a ideia de pátria, nação apresenta-me mais uma abrangência além território, livre de fronteiras que possam restringir meu vínculo e minha identificação. Partindo deste, prefiro dizer que sou da nação brasileira, pois em tempos onde a figura da pátria esta tão destruída pelos sucessivos governos corruptos e corruptores, minha identificação e vínculo ultrapassam as fronteiras latitudinais e longitudinais do chamado Brasil. Também por não ver-me obrigado a identificar-me com todo o território oficialmente declarado Brasil.

Longe de dizer-me separatista, ou mesmo globalista, ou coisa que o valha, hoje expresso a incoerência desta tal Semana da Pátria. Talvez seria menos vexatório ao povo consciente, celebrar a Semana da Nação Brasileira, pois estaríamos celebrando mais o povo que as estruturas governamentais que fingem representar e administrar o país. Estaríamos nos livrando da vergonha de cantar os parabéns a este cadáver chamado República, símbolo do golpe ideológico que a décadas vem travando o desenvolvimento humano e cultural da nação brasileira, assim como transformando este povo e seu território num grande laboratório de maldades.

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