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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

A morte de um filho: reflexão de um pai

Emmanuel Mounier Emmanuel Mounier (1905 - 1950, filósofo francês católico) teve uma experiência semelhante à [de muitos pais], quando ele foi informado que sua filha, de dois anos, depois de receber uma injeção errada, havia contraído uma encefalite aguda permitido viver apenas 4 anos e mentalmente em escuridão. Em seu livro "Conversas", Mounier descreve sua experiência de sofrimento, enquanto pedia a Deus sobre o significado da situação dolorosa de sua filha. Eu acho que o extrato que está transcrito a seguir é uma catequese das mais profundas e mais bonitas que eu já li sobre a presença de Deus em um estado de dor tão grande como a morte de uma criança. […] 

Mounier escreve:

"Que sentido teria tudo isso se a nossa menina fosse somente carne fraca, carne ferida, ao invés de uma pequena hóstia branca que vai além de todos nós, a imensidão do mistério e amor que cegaria se pudéssemos vê-la face a face? Não devemos pensar na dor como algo que leva embora, mas algo que nos doa, para não ofender este pequeno Cristo está no meio de nós (...) eu me senti mais perto deste berço sem voz como um altar, como para um lugar sagrado onde Deus falou como um sinal. A tristeza é penetrante e profunda, profunda, mas leve e transfiguradora. E em torno dela, uma adoração, não tenho outra palavra. Certamente, eu nunca conheci tão intensamente o estado de oração, como quando minha mão dizia coisas a esta frente que nada respondia, quando meus olhos se aventuravam a este olhar distraído, olhando muito, muito atrás de mim. Eu não sei, o ato olhar semelhante a um ato que parecia melhor do que o olhar. Mistério que somente pode ser de bondade, me atrevo a dizer uma graça um sacrifício demasiado grande, vivendo entre nós, em silêncio enquanto o anfitrião, brilhante como ela. Se toda a verdadeira oração é baseada na morte dos poderes, sensível, intelectual e voluntária, se a ponta fina da alma da criança batizada, escreve não sei que autor espiritual, é definido no momento do batismo no começo direto com a vida divina. Que esplendores estão escondidos neste pequeno ser que não pode expressar qualquer coisa aos homens? Eu desejei por muitos meses que se fosse, se tivesse que ficar desse jeito. Isso não é sentimentalismo burguês? O que significa que ela seja infeliz? Quem sabe, fomos convidados a manter e adorar a hóstia entre nós, sem esquecer a presença divina sob uma pobre matéria cega? Minha pequena Francisca, tu és para mim a imagem da fé. Aqui a conhereis sob enigma e como um espelho ... (August 28, 1940. Conversations).

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*Do site http://catholic-link.com

**Tradução Blog VALDERI

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