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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Quarta-feira – 2Cor 9,6-11 Mt 6,1-6.16-18

XI Semana do Tempo Comum

Pe. Valderi da Silva

“Deus ama quem dá com alegria” (2Cor 9,7). Com estas palavras São Paulo nos mostra a grandeza da gratuidade, nos indica, pela ação do Espírito Santo, que será mais perfeito, ou seja, mais próximo da santidade, aquele que é capaz de dar com a leveza da alegria! Uma vez que sabemos que, um sinal visível de nossa união com Deus é o amor, saber-se amado por Ele, e que este amor é condição indispensável para a vida cristã, a doação de qualquer coisa aos nossos irmãos deve se tornar uma alegria, isto é, devo ficar alegre por saber que estou dando o necessário ao meu irmão, pois este ato de gratuidade é recompensado com o amor de Deus por mim. Isto é o motivo de nossa alegria. Deste modo, a gratuidade, a generosidade, são características essenciais do cristão, enquanto não a vivemos sempre faltará algo que complete nossa alegria em Deus, e que impossibilita a ação do verdadeiro amor de Deus em nossas vidas.

Compreendido isso, precisamos olhar atentamente para este evangelho, pois nele Jesus nos chama a percebermos, ou tomar cuidado, com a possível corrupção de nossas atitudes de generosidade e também de piedade.

Talvez fica claro a todos o que Nosso Senhor fala sobre não tentar se destacar somente para ser elogiado pelos demais. Em realidade, estas atitudes são típicas de quem não vive a humildade, e talvez, nem dê valor a esta virtude. Minhas atitudes de piedade e de generosidade para com meus irmãos devem estar envoltas por esta virtude, para que não aconteça de sentirmos a necessidade de mostrar ao outros que estamos sendo “bons”, “generosos”, “caridosos”, os hipócritas e fariseus fazem isso, diz o Senhor. Um cristão não agem assim, não precisa que o aplaudam pelo seus atos bons, mesmo sabendo que um ato bom deve ser imitado, deve ser exemplo. Não se trata de se esconder quando queremos dar algo a alguém, ou entrar na igreja para fazer alguma oração ou visita ao Ss. Sacramento. Se trata de não procurar e não pedir aplausos e elogios, não preciso subir num palanque e mostrar que estou sendo bom, generoso e piedoso. É a imensa diferença do verdadeiro cristão para o “cristão placebo”: é necessário SER piedoso, SER humilde, SER caridoso, SER generoso, e não se mostrar piedoso, se mostrar humilde, se mostrar caridoso, se mostrar generoso. Quando se entende esta diferença, e se procura viver como verdadeiro cristão, receberemos a recompensa de que fala Nosso Senhor, “teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa” (Mt 6,4).

Vivemos num mundo de aparências, em que a imagem exterior parece valer tudo na pessoa. Um cristão sabe que sua existência não é aparência, que é necessário viver por dentro, olhar para dentro, agir conforme o interior, pois é ali que, primeiramente, vemos o amor de Deus por nós.

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