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≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡ LEITURA RECOMENDADA ≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡≡

Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Sagrado Coração de Jesus: Primeira Sexta-feira do mês de maio

Missa em honra ao Sagrado Coração de Jesus

Primeira Sexta-feira do mês de maio

Pe. Valderi da Silva

Queridos irmãos, membros do Apostolado da Oração.

O Santo Padre Francisco nos coloca como intenção geral para este mês de maio a vida e exercício daqueles que exercem a justiça: PARA QUE AQUELES QUE ADMINISTRAM A JUSTIÇA ATUEM SEMPRE COM INTEGRIDADE E RETA CONSCIÊNCIA (Apostolado da Oração. Intenção do Papa).

Esta dimensão das relações humanas se faz muito importante por estar diretamente ligada à vida do ser humano. Percebemos o quanto a justiça pode ser decisiva para a felicidade ou a tristeza, para a paz ou para a guerra, e é motivado por esta importância que nos unimos ao Santo Padre, para rezarmos por aqueles que exercem com sua especialidade, a defesa e exercício da justiça. No campo internacional vemos oSagrado Coracao de Jesus 02 quanto a justiça é deturpada e mal interpretada, sendo muitas vezes vendida e “traficada” por interesses pessoais ou de alguns grupos, algo que trai a fidelidade e responsabilidade que o exercer a justiça nos compromete.

É difícil não associar o sentido de justiça e o seu exercício a cada indivíduo, cada pessoa. Com o Santo Padre rezamos por aqueles que “administram a justiça”, mas nunca podemos esquecer que a justiça começa em nós, ou seja, para elevarmos a importância da preservação da justiça e do seu exercício precisamos ter a atitude de quem vive na justiça e a exercendo na vida, nas relações com as pessoas e na relação com as coisas criadas por Deus. A justiça é uma categoria que se constrói automaticamente a medida que crescemos na aproximação de Deus, a medida que nos assemelhamos a imagem divina, visto que o Deus todo-poderoso é o regulador da justiça perfeita. Lembremos do personagem bíblico Salomão, por encontrar-se em graça diante de Deus, foi-lhe permitido a realização de um desejo para sua vida. Ao contrário do que o mundo poderia induzir Salomão no pedido a Deus, ou seja, riquezas, vitórias absolutas contra os que se opuserem a ele e uma vida muito além do normal, este servo de Deus pediu simplesmente “sabedoria” (cf. 1Rs 3,5-15). E aqui esta o sulco principal da justiça: a sabedoria para discernir adequadamente e para possuir a coragem da decisão.

Dificilmente podemos nos considerar perfeitamente justos, exercendo uma perfeita justiça. Mas podemos alcançar o grau elevado da justiça reta, que nos remete primeiramente a uma reta consciência. Sem esta retitude de consciência não nos é fácil desenvolver - neste lugar mais íntimo do ser humano que é a consciência - o desenrolar dos fatos e consequências ao mesmo tempo que se considera a responsabilidade com as pessoas e coisas, dando, muitas vezes, mais chance ao erro no julgamento ou no comentário. Muitas vezes ligamos a justiça que o cristão precisa ter somente com o “julgar”, apesar do julgamento fazer parte da justiça não é necessário para que haja justiça. O ato de julgar é a manifestação obrigatória ou gratuita – dependendo da ocasião - da minha sábia consideração sobre algum evento. Mas posso fazer justiça sem precisar julgar, observando a tudo na tentativa de colocá-lo na ótica divina, que sabemos se manifestar muitas vezes de forma misteriosa a nossa inteligência.

Exercer a justiça em nossa vida tão necessário quanto a caridade. De fato, temos em nós muitas virtudes e qualidades a trabalhar para alcançar a santidade, mas tudo podemos ter quando sabemos a quem pedir e a quem dedicarmos nossos esforços.

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