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≡≡ LEITURA RECOMENDADA

O conservador na guerra hermenêutica

Contra tudo o que pode parecer comum no mundo atual, o conservador não deixa-se levar pelas pressões sociais e grupais, que muitas vezes cobram altos preços pela aquesciencia ou pelo enfrentamento de ideias e posturas sem nenhum fundamento na realidade, sem nenhuma obediência a natureza mesmo das coisas criadas e sustentadas pelo Criador.  Claro que a imensa maioria destas ideias e posturas que pressionam o conservador originam-se de mentes negadoras da existência de Deus ou negam sua fundamental influência no mundo e na história, o que faz com  estas ideias e posturas já desenvolvam-se alienadas da ideia de um criador e sustentador da existência em seu ser. Esse pressuposto já traz um bom motivo para que o conservador desconfie de qualquer "boa ação" ou "boa intenção" que possa ser apresentada a ele, sendo patrocinada e impulsionada por quem pressupostamente desconsidera o fundamento da realidade existente. Já escrevi aqui sobre a fundamental insistência da mente

Os três casos de exorcismo realizados por João Paulo II

[O terceiro caso]

Na ofensiva A luta contra Satanás, anjo que desafiou Deus na origem do mundo, durará até o final dos tempos, prega a Igreja Católica.
O peso dos 80 anos de idade e os sintomas do mal de Parkinson não impediramo papa João Paulo II de enfrentar seu maior inimigo: Satanás, um anjo tão degradado que desafia Deus e tenta desviar a humanidade para o pecado e a infelicidade, segundo a tradição católica. Aconteceu na tarde de 6 de setembro. O pontífice recebeu na Santa Sé uma italiana de 19 anos que apresentava sinais de possessão demoníaca. Ela urrava palavras estranhas e sentia-se agredida por símbolos cristãos, como a cruz. A batalha de orações durou 30 minutos. João Paulo II abraçou-a e rezou para livrá-la da influência maligna. Não chegou a cumprir os longos rituais do exorcismo, que incluem a leitura de textos bíblicos e até um interrogatório ao diabo. Fez o que a Igreja chama de exorcismo menor. Concedeu a bênção, e a garota se acalmou. Horas depois, ela mergulhou em nova crise. Não estava curada.
A identidade da jovem foi mantida em segredo. Sabe-se que ela vive na região da Úmbria, no norte da Itália, e tem surtos desde os 12 anos. Médicos e psiquiatras tentaram, em vão, curá-la. Antes de recorrer ao papa, a garota foi atendida pelo padre Gabriele Amorth, exorcista-chefe de Roma, mas não reagiu aos rituais. Então, levaram-na à Praça São Pedro, para assistir à audiência semanal de João Paulo II. Surpreendentemente, ele decidiu recebê-la. Foi a terceira vez, em 20 anos de pontificado, que o papa assumiu pessoalmente a missão de exorcizar.
Neste dia 6 de setembro de 2000, a bordo do papa-móvel, João Paulo abençoava a multidão na Praça São Pedro quando uma jovem italiana começou a gritar insultos, com voz rouca O bispo Gianni Danzi, secretário-geral da Cidade do Vaticano, tentou acalmá-la com um crucifixo. A jovem passou a afrontá-lo e a dizer frases desconexas Avisado, o papa recebeu-a no Vaticano. Rezou e prometeu celebrar missa para "conseguir sua libertação". O efeito foi temporário. Ela voltou a ficar agitada horas depois
[O segundo caso]

O segundo combate contra Satanás foi registrado nas memórias do cardeal francês Jacques Martin, morto há oito anos. No dia 4 de abril de 1982, João Paulo II cumpriu as regras canônicas do exorcismo com uma mulher italiana identificada como Francesca F. O cardeal deixou o seguinte relato: "Ela rolava pelo chão, berrando. O papa começou a rezar, pronunciando em vão vários exorcismos, e disse à mulher: 'Amanhã rezarei uma missa por ti'. Repentinamente, Francesca voltou ao normal e pediu desculpas ao pontífice.
Um ano depois, perfeitamente curada, compareceu com o marido a outra audiência com o papa".

[O primeiro caso]

Sabe-se pouco sobre o primeiro ritual, ocorrido no final dos anos 70.

(Extraído do blog http://exortacaoeavisos.spaceblog.com.br)

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