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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Cardeal Timothy Dolan: A Igreja é anacrônica? Esta fora de moda?

O Arcebispo de Nova York e Presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, Cardeal Timothy Dolan, responde com muita simplicidade e precisão, baseando-se na vida cotidiana, às pessoas que afirmam que a Igreja é “anacrônica” ou está “fora de moda”. Na última publicação de seu blog pessoal, no site da Arquidiocese de Nova York, o purpurado respondeu às críticas que afirmam que a Igreja deve “se atualizar ou vai perder fiéis”.Cardeal Timothy Dolan (New York)

Com um evidente tom de ironia, o cardeal comenta que também algumas pessoas diziam que o Papa João XXIII ia iniciar mudanças com o Concílio Vaticano II para “colocar a Igreja em dia”, mas que o “indeciso” Paulo VI e o “polonês de mente fechada” João Paulo II e o “autoritário” Joseph Ratzinger, agora Bento XVI, “estragaram tudo com seus conservadorismos”. A seguir o Cardeal Timothy Dolan explica que o Papa João XXIII convocou o Concílio para debater a melhor forma de transmitir a fé “sem comprometer ou diluir sua integridade. E, de acordo com os ensinamentos do mesmo Concílio, é o Papa, unido aos Bispos da Igreja, que proporcionam a genuína interpretação do significado do Concílio”.

O cardeal explica em seguida que o que deve se adequar aos tempos é a forma que a fé é apresentada e que a missão da Igreja e seus ensinamentos não devem ser alterados, mas devem estar conformes à Revelação de Deus na Bíblia, ao direito natural, aos ensinamentos de Jesus e ao Magistério da Igreja (os ensinamentos do Papa e dos bispos). Para deixar ainda mais claro que os ensinamentos da Igreja não estão “fora de moda”, o purpurado apresenta três exemplos concretos.
O primeiro se refere à convivência antes do matrimônio e a vida sexual ativa, que segundo a Igreja pertence apenas ao âmbito do matrimônio. “Tal afirmação, como sabem, é qualificada de tola, inútil e repressiva”. Entretanto, prossegue o prelado, “não foi um jornal católico – pelo contrário – o New York Times (que no dia 15 de abril de 2012) informou as sombrias estatísticas de como a convivência antes do matrimônio gera altos graus de infelicidade marital e divórcio?”

O segundo caso é o de uma mulher que procura o seu pároco para pedir consolo porque agora não pode ficar grávida porque, segundo o seu médico, durante 15 anos tomou a pílula anticoncepcional, um tema com o qual alguns zombavam da Igreja. “A mulher mesmo conclui que o respeito da Igreja pela integridade natural do corpo não está para nada ‘ultrapassado’”. O terceiro caso é um homem que se aproxima do próprio cardeal para contar-lhe o seu drama: está velho, sozinho e vai morrer. Deixou a sua esposa e filhos uma década atrás, procurou dinheiro, prestígio, bens materiais e uma esposa mais bonita e mais jovem. Anos atrás ele não deu ouvidos ao sacerdote que lhe advertiu sobre os perigos de “adorar o dinheiro e o prazer”.

“E agora – diz o Cardeal Dolan– o homem está morrendo sozinho, recordando as palavras de Jesus: ‘De que serve ao homem ganhar o mundo inteiro se ao fazê-lo perde seu alma?’ O homem admite que, no final das contas, a Igreja tinha razão”.

O Arcebispo assinala que “a Igreja ‘não está fora de foco’, mas ao contrário se encontra no meio de tudo e bastante mais adiante de nós porque tem os olhos na eternidade. É uma mãe amorosa e sábia, fundada sobre Aquele que é ‘o Caminho, a Verdade e a Vida’”. “A Igreja, não tem que mudar de perspectiva, mas nós temos que mudar de vida. Esqueçam-se de ‘adaptar-se aos novos tempos’ no que diz respeito à fé e à moral. Em vez disso ‘coloquem-se em dia com o eterno!’, concluiu.

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